Você é uma procrastinadora? Descubra os sinais e como mudar seu comportamento!

Hábitos ruins podem estar mais presentes no seu dia a dia do que imagina

Mulher idosa cansada olhando cabisbaixa para baixo
Por Érica Aguiar - 06/08/2018

(FOTO: Getty Images)

Você é uma daquelas pessoas que costuma adiar atividades ou demorar um tempo maior do que necessário para cumpri-las? Então, é bem provável que a procrastinação esteja presente no seu dia a dia. Sentir-se angustiada, cansada e pensar que não encontra tempo para lazer também podem ser uns dos sinais desse comportamento.

Segundo especialistas, desenvolver o hábito de postergar as tarefas é mais fácil quando não existem cobranças externas ou quando há tempo extra muito além do suficiente. Assim, gastamos os momentos acessando redes sociais, aplicativos, fazendo buscas “desnecessárias” ou inventando novos compromissos.

Você sofre com procrastinação?

Existem alguns sinais que ajudam a identificar se você pode ser uma possível procrastinadora, por exemplo, se perde prazos de inscrição, adia tarefas complexas, liga o computador e se atrapalha navegando em sites da internet, não consegue manter o foco, cumpre prazos no último minuto, usa constantemente o botão “soneca” do despertador e inventa tarefas momentâneas pouco importantes.

Esses comportamentos também são muito comuns entre quem sofre com autossabotagem. Isso impede de alcançar os próprios sonhos e o sucesso. Porém, saiba que há uma maneira de sair desse ciclo e ser mais produtiva!

Como melhorar?

A técnica mais comum é reconhecer aquilo que a Ciência descreve como “gatilho”. Por exemplo, após o jantar, você teria que continuar organizando planilhas. No entanto, o “lavar a louça” provoca a vontade de deitar no sofá para descansar só por uns minutinhos, mas isso se torna horas e impede a conclusão do que precisava ser feito.

Algumas dicas para abandonar a procrastinação são ter uma lista com todas as atividades a serem cumpridas, descobrir quais são as horas mais produtivas do dia e aproveitar esse momento, dar preferência às tarefas mais importantes, criar o senso de urgência, manter-se longe de celulares e internet, dividir um problema em etapas menores e buscar a ajuda de especialistas, como psicólogos.

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