Término amigável: como superar o fim da relação de maneira saudável?

Conheça algumas dicas de como o casal pode passar por esse processo doloroso sem ferir um ao outro

término amigável
Foto: Reprodução/Instagram

Dado um tempo do fim do relacionamento, muitos de nós finalmente conseguimos parar para refletir sobre as atitudes tomadas na época – muitas delas impulsivas e premeditadas -, e como teria sido melhor para ambas as partes colocar um ponto final na história de amor por meio de um término amigável.

Com os meses, às vezes, é possível olhar para trás e entender que todo o ódio e o sofrimento poderiam ter sido substituídos por sentimentos de gratidão e perdão. Por isso, para seguir em frente e continuar de peito aberto e disponível para a vida, nós separamos alguns questionamento para você se fazer e refletir após passar pelo último capítulo do romance.

O término amigável é a melhor opção para você (e para ele)

O “para sempre” sempre acaba?

O fato é que nunca saberemos se vamos sofrer ou não, se vale a pena se entregar mais uma vez ou não… Só teremos certeza se tentarmos. E não tem exatamente um momento ideal para isso. Também vale ressaltar que as relações podem simplesmente dar mais do que certo durante um período específico de tempo e depois simplesmente acabar.

O importante é olhar para essa história com respeito o suficiente para conseguir enxergar que o fim não representa o fracasso. Quanto não se aprendeu um com o outro? Quantas risadas não deram juntos? Um relacionamento não precisa durar para sempre para entrar na categoria de “um sucesso”. Ele pode ter sido a melhor coisa da sua vida durante aquele período e depois chegar ao fim por diferentes motivos. Preserve as partes boas e siga em frente.

Será que existiu amor?

Em relações é muito comum que ambas as partes tenham enfrentado erros e acertos e que encontrem caminhos diferentes depois disso. Isto é: não é porque acabou que o amor nunca existiu. Entender isso é difícil, mas conseguir preservar esse sentimento sobre os momentos vividos no passado é recompensador, já que não te faz desacreditar que as uniões podem ir para frente de novo no futuro (próximo ou distante).

Fora que: se torturar com esse tipo de pergunta só te fará mal. Por que acreditar no pior quando nutrir os melhores sentimentos pelos bons momentos só faz bem a você mesma. Independente de como a relação chegou ao fim, você não precisa olhar para as lembranças felizes como se elas tivessem sido uma mentira. Às vezes, o outro lado comete erros e não necessariamente isso tem a ver com a gente, entende?

E se o outro lado não concordar com o término amigável?

Quando alguns relacionamentos acabam, todos os envolvidos, e até mesmo o próprio casal, normalmente, já estão preparados para viver uma longa novela mexicana, que pode perdurar meses. Talvez isso seja uma tendência de pensamento por conta das infinitas horas assistindo os dramas hollywoodianos e as novelas das nove na televisão? Pode ser que sim. Dá para contar nos dedos as vezes que vimos um casal romper (tanto nas telas, quanto na vida real) sem um exemplar barraco.

No entanto, esse script não precisa fazer parte da sua vida. Pode ser que o seu ex queira causar confusão, tente te difamar para os seus amigos e outras coisas, mas no fim das contas a verdade sempre aparece. Quem realmente importa continuará do seu lado (e se não continuar é porque não merecia sua amizade) e você não depende do outro lado para seguir sua vida sem esse tipo de ressentimento.

Encontre sua paz, relembre o que foi bom e não se deixe levar por essas brigas infundadas que só servem para machucar. Há quem force-as para entender que realmente chegou ao fim, mas será que esse desgaste é realmente necessário?

É impossível deixar de nutrir sentimentos ruins?

O fato é que ter dificuldades para pensar o melhor sobre a pessoa que te deixou é realmente uma tarefa dura e difícil, mas isso não é essencialmente e completamente necessário. A real questão é que você não precisa se obrigar a desejar o melhor para um indivíduo que possivelmente te fez mal, mas você pode simplesmente não desejar nada. Não pensar o ruim não implica indispensavelmente pensar o ótimo. Procure neutralidade e encontre seu centro.

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