Entrevista com Maria Ribeiro

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Maria Ribeiro

Foto: Roberto Filho e AgNews

Dando vida à grande vilã da trama em “rei Davi”, Maria Ribeiro conta como é fazer uma minissérie de época. Para dar vida a Mical, primeira esposa de Davi, Maria conta que teve que viver uma nova experiência e se dedicar a aulas de dança. Confira.

Guia Astral: Quem é a personagem Mical, de “Rei Davi”?
Maria: “Ela é a grande vilã da história. É a filha de Saul (Gracindo Jr.) e a primeira esposa de Davi (Leonardo Brício). Obcecada pelo marido, ela é falsa e não mede esforços para alcançar os seus objetivos. Essa personagem é arrogante e extremamente manipuladora.

Guia Astral: Foi difícil dar vida a personagem?
Maria: “A direção do Edson Spinello facilita tudo. E o texto da Vivian de Oliveira flui naturalmente, o que não torna complicado dar vida à Mical. Mesmo assim, eu me preparei e tive algumas aulas de história para poder ficar por dentro da história da personagem; fiz aula de dança e assisti ao filme Cleópatra.”

Guia Astral: Uma das maiores amarguras na vida de Mical é não poder engravidar?
Maria: “Talvez essa seja até a maior de todas. Na época a mulher vivia para procriar e como a Mical não podia engravidar, ela se torna uma pessoa ainda mais amarga. Tudo deu errado na vida dela. Seus pais morreram na Guerra e Davi a troca por outra mulher.”

Guia Astral: Então o público pode esperar um verdadeiro arsenal de maldades no ar por parte da Mical?
Maria: “Ela é a grande vilã da história. E com tanta coisa que acontece na vida dela, fica difícil de dar a volta por cima. Ela não consegue e vai fazer muita maldade.”

Guia Astral: Fazer uma vilã é sempre mais prazeroso?
Maria: “Adorei fazer uma vilã. Nossa, uma delícia. Acho que se eu tivesse feito uma mocinha não teria sido tão divertido. Foi uma delícia trabalhar com o Leonardo Brício. Estou feliz com esse trabalho e o elenco é maravilhoso dessa minissérie. O gostoso é que, ao mesmo em tempo, trabalhei e aprendi uma parte da história.”

Guia Astral: Até quando você grava “Rei Davi”?
Maria: “Acho que até o mês de fevereiro. Pensei que depois eu poderia ir dar um pulo no Oscar, mas o filme “Tropa de Elite 2” não foi selecionado. Uma pena… mas valeu pelo trabalho, que ficou incrível.”

Entrevista: Márcio Mello / Colaborador

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