Entrevista com Marco Pigossi

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O ator Marco Pigossi, de 25 anos, está completando dez anos de carreira na televisão e interpretando o segundo protagonista em sequência. Ele contou à Guia Astral o desafio de seu novo personagem e as diferenças entre Rafael, de Boogie Oogie, e Bento, de Sangue Bom. Confira a entrevista:

 

Foto: Ellen Soares/Rede Globo

Guia Astral: Como é o Rafael, seu personagem em Boogie Oogie?

Marco Pigossi: “Ele é um piloto que está prestes a tirar a carteira de piloto comercial, até que sofre um acidente. E é justamente nesse meio tempo que ele vai ter receio de voar. Ele tem um relacionamento com a Vitória (Bianca Bin), mas não tem muita certeza se é isso que ele quer. Aí é que surge a Sandra (Isis Valverde), que é noiva do cara que salvou ele, o Alex (Fernando Belo). E aí a novela segue e eu não sei mais o que acontece. Vamos ver…”

Guia Astral: A responsabilidade é maior quando seu personagem é protagonista?

Marco Pigossi: “Ser protagonista de uma novela é um titulo meramente prático. Não é uma questão de qualidade, de quanto você vai aparecer na trama. Não tem isso de glamour. Existem protagonista que não são incríveis e, em compensação, existem papéis secundários que são sensacionais. Acho que é mais por aí…”

Guia Astral: Podemos dizer que na novela Rafael é um personagem que carrega vários conflitos?

Marco Pigossi: “O maior desafio é distanciar esse personagem do Bento, de “Sangue Bom”, meu último protagonista. São pessoas diferentes, mas que tem a mesma função que é contar a história, a espinha dorsal da trama. O Bento era muito sensível, uma alma quase feminina. Já o Rafael não: é prático, impulsivo. Estou feliz com esse novo trabalho. Agora é minha segunda novela das seis. Antes fiz “Eterna Magia”. Aliás, eu já fiz novelas de todos os horários.”

Guia Astral: “Boogie Oogie”se passa em 1978 e tem muita música, justamente, por ser a época da era da disco. Você está preparado para dançar?

Marco Pigossi: “Na época as pessoas dançavam muito. Já eu sou um desastre (risos). Sou um cara bem duro. Mas posso confessar que adoraria ter vivido o movimento da disco. Eu pesquisei sobre o período, a história da época, e foi uma época maravilhosa.”

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