No escurinho do cinema

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Fazia um tempo que eu paquerava o vizinho dos meus tios. Sempre que os visitava, dava um jeito de falar com o gato, mesmo que por cima do muro. Um dia encontrei o cara em uma festa. Papo vai, papo vem, combinamos de sair. Uma semana depois, fomos ao cinema, na última sessão, com a sala quase vazia. Assim que as luzes se apagaram, começamos a nos beijar. Os carinhos foram ficando cada vez mais quentes, com a mão dele cada vez mais boba no meu vestido decotado e nas minhas pernas. O clima esquentou tanto que não aguentamos o final da sessão e fizemos tudo o que tínhamos que fazer ali mesmo, na poltrona do cinema. Foi o melhor filme da minha vida!

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