Prazer express: 3 contos eróticos para ler já!

Prazer express: 3 contos eróticos para ler já!
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Contos eróticos incendeiam a imaginação de quem os lê… Que tal conferir três historinhas picantes, seja para acender uma chama para mais tarde ou, se não conseguir, correr para o prazer agorinha mesmo! 

Contos eróticos

Aproveite e delicie-se com histórias que envolvem amizade colorida, praia, professor de violino…

casal fazendo sexo na cama, contos eróticos

FOTO: Shutterstock Images

Sonho ou realidade?

Já era tarde e meu amigo Flávio ainda não tinha aparecido. Ele havia combinado de chegar às nove, e mesmo às dez eu ainda o esperava, ansiosa. “Será que desistiu?”, pensei. Ele tinha telefonado naquela tarde dizendo que precisava conversar. Respondi que estaria ocupada, mas ele insistiu. Na verdade, nós dois sabíamos qual seria a conversa…

Comecei a ler um livro, mas era difícil me concentrar. Adormeci, fingindo não perceber a porta destrancada. Não vi quando ele chegou, e fui acordada com beijos quentes e palavras sujas sussurradas no meu ouvido. Estava meio sonolenta até ele me agarrar com firmeza em beijos envolventes e o clima esquentar: uma carícia no seio, uma mão por dentro da calça, um toque mais ousado…

Eu estava completamente envolvida quando Flávio me puxou até o quarto. Ele, incrivelmente sedutor, tocava todo o meu corpo. Nos abraçamos. Pude sentir seu coração batendo forte, a respiração acelerada. Meu corpo estava em chamas, queimando de desejo. Sem trocar uma palavra, transamos. Foi um amor delicioso, urgente, maravilhoso.

De manhã, acordei sozinha. Insistia em não acreditar. Nada poderia ser assim tão inesquecível, mas até agora não sei se foi sonho ou realidade.

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FOTO: Shutterstock Images

Sol, piscina e sexo

Era um sábado ensolarado e resolvi nadar pela manhã. Encontrei o clube vazio, com exceção de uma morena que estava bronzeando um corpão maravilhoso. Dei uns mergulhos e deitei numa das cadeiras (estrategicamente, de frente para ela) e comecei a secá-la: seios lindos fugindo da parte de cima do biquíni, coxas grossas, barriguinha definida… De repente, ela vira e deita de bruços: nossa, que bunda!

Depois de um tempo, ela virou, olhou pra mim e começou a rir. Quando percebi, notei que, de tanto ficar secando a morena, tive uma ereção daquelas! A gostosa se levantou, sentou do meu lado, olhou para o meu pênis duro e perguntou: “Isso tudo é pra mim?”. Nem respondi e ela disse: “Vou tomar uma ducha”. Fiquei meio sem entender se era para eu ir atrás ou se ela estava me dispensando. Na dúvida, resolvi arriscar.

Entrei no vestiário. Entreabri a porta do box e lá estava ela, nua, se banhando! Ela se virou e me chamou com o dedo. Entrei com tudo, já agarrando, beijando e pegando naqueles peitos lindos e escorregadios pelos óleos de banho que tinha passado. Ela tirou minha sunga e desceu até meu pau duro, me deixando louco de tesão. Puxei-a para cima, encostei-a na parede e, desta vez, foi eu quem ajoelhou, buscando sentir seu gostinho, misturado ao delicioso cheiro de protetor solar e dos óleos aromáticos.

Ela começou a gemer baixinho e, com medo de nos descobrirem e cortarem o nosso barato, subi de volta, abrindo bem as suas pernas. Penetrei. Ela se contorcia de prazer, me xingava e pedia mais! Eu fazia mais rápido, com mais força e ela gemia mais alto. Gozamos. Terminei a ducha e voltei para a piscina rapidinho.

A morena não voltou para a piscina, e eu também não a vi mais no clube nas outras vezes que fui. Ainda sinto o gosto e o cheiro do protetor solar quando me lembro disso…

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FOTO: Vinicius Tupinamba / Shutterstock.com

Aula de violino

Eu tinha 18 anos quando comecei a fazer aulas de violino com o Gerrah, um amigo da minha mãe. Ele morava no apartamento em cima do nosso e fazia o maior sucesso entre as garotas no condomínio. Na época, ele tinha 36 anos e um jeitão de músico alternativo. Era magro, cabelo bagunçado e barba por fazer. Eu ainda era virgem, mas já tinha um corpo bem definido e atraente.

Para falar a verdade, nunca fui muito interessada em tocar violino, mas, só de pensar naquele professor, meu coração disparava. Logo nas primeiras aulas, percebi que o violino poderia ser muito mais divertido do que eu tinha imaginado. Para me ensinar, Gerrah sempre vinha por trás, segurava a minha mão e me ajudava a tocar, e parecia fazer questão de roçar o seu pau na minha bunda. Eu, como não era boba, demorava muito tempo para pegar qualquer nota, assim passávamos um bom tempo naquela posição.

Um dia resolvi provocá-lo de verdade. Fui com um vestidinho de malha bem curto, que dava para sentir a minha bunda. Quando ele veio para me ajudar, pude sentir um volume ir crescendo aos poucos dentro da sua calça. Aquilo me deixou louca. Neste momento, fingi que me desequilibrei, dei um passinho para trás e caímos sentados no sofá.

Foi quando o Gerrah me pegou de jeito, tirou o meu vestido, começou a beijar os meus peitos e foi me levantando até me deixar em pé em cima do sofá. Com a cara de frente para a minha vagina, puxou minha calcinha com a boca e começou a me chupar. Que delícia!

Depois, ele tirou a sua calça e me mandou chupá-lo também. Fiz o que o professor me mandou e pedi para ele ir me dizendo se estava fazendo certo ou não. Gerrah foi dando todas as coordenadas enquanto segurava meu cabelo para levantar e abaixar minha cabeça. Eu estava morrendo de vontade de dar. Contei que nunca tinha transado e que ele seria o primeiro. Achei que isso o deixaria assustado, mas o deixou ainda mais empolgado.

Ele então abriu as minhas pernas e ali mesmo no sofá me penetrou com todo carinho. Doeu um pouco, mas depois que o seu pinto estava lá dentro eu não queria que ele saísse mais. Ficamos uns dez minutos fazendo movimentos bem lentos até que minha vagina se abriu completamente para ele. Depois, começamos a fazer um vaivém muito mais acelerado. Quando estávamos no ápice, ele me pegou no colo e começamos a transar em pé. Não demorou muito para gozarmos juntos e eu ter o primeiro orgasmo da minha vida.

Não preciso nem dizer que nas semanas seguintes fiquei um tempo apaixonada, né? Afinal de contas, Gerrah foi o meu primeiro homem. E que homem, meu pai!

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