Um dia no campo

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Era domingo, levantei ainda cedo para viajar com algumas amigas, pois havíamos combinado de conhecer um novo hotel fazenda, bem pertinho da cidade. O lugar era lindo e o atendimento, fantástico. Comemos, bebemos e nos divertimos na piscina durante toda a manhã. Porém, foi no meio da tarde, enquanto dava uma volta sozinha para conhecer o lugar, que o meu dia realmente se tornou especial. Estava chegando perto do curral quando ouvi uma voz grave, dando ordem aos animais. Curiosa, resolvi espiar quem estava por lá e fui surpreendida com uma visão inesquecível de um dos funcionários da fazenda. Era um homem lindo, forte, gostoso e muito rústico, com jeito de quem tinha uma pegada deliciosa. Como se estivesse pressentido minha chegada, aquele deus se virou, olhando diretamente nos meus olhos, me deu um sorriso maravilhoso e disse oi. Instantaneamente um arrepio percorreu todo meu corpo, fiquei perdida, gaguejei e fiquei sem saber como responder… Lentamente ele se levantou, chegou perto de mim, segurou a minha mão e me pediu calma. Explicou que era um funcionário da fazenda, e que eu não precisava ficar assustada. Quando senti aquela mão forte segurando meus dedos, senti as forças fugirem das minhas pernas, tamanho o tesão que aquele homem me provocava. Menos nervosa, puxei assunto e conversamos um pouco, mas logo percebi que ele não tirava os olhos do meu decote, uma percepção que me deixou bastante empolgada. Não foi preciso mais do que meia hora de conversa para que começássemos a nos beijar enlouquecidamente. Ele me levou para um canto vazio do curral e, em um só puxão, arrancou o meu vestido enquanto beijava todo meu corpo. Mais do que depressa arranquei a do que eu imaginava. Meu deus, eu estava ficando louca! Me entregar assim para um desconhecido! Mas, não teve jeito, aquele peão rústico me jogava no chão e me possuía com tanta vontade que eu não tinha como resistir. De quatro, sentia sua firmeza ao puxar os meus cabelos ao mesmo tempo em que me acariciava todo o corpo. Suas mãos, pareciam saber o que me dava mais prazer… Foi impressionante. Horas depois, quando encontrei minhas amigas, que já estavam preocupadas com o meu desaparecimento, contei detalhadamente a história, esperando por uma bronca. Porém, diante de olhares invejosos, a única coisa que ouvi foi: Humm… Interessante…

Leia amanhã: “Um tesão  de correspondência”!

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