Surpresa do namorado

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Eu estava no trabalho quando meu celular tocou. Era o Jorge, meu namorado, falando que estava completamente travado e que precisava de ajuda para chegar até o hospital… Como não era a primeira vez que isso acontecia, achei melhor correr para ajudá-lo… Avisei minha chefe que estava com problemas em casa e que precisava sair mais cedo, mas que logo compensaria. Peguei o carro, atravessei a cidade e entrei na casa dele já gritando pelo nome, um pouco nervosa de preocupação… Achei estranho, pois estava tudo arrumado na sala, e o Jorge costuma ser bem bagunceiro. Entrei no quarto e levei um susto com o que vi: pétalas de rosas, cremes, frutas e velas espalhadas por todos os cantos. Notei um movimento atrás de mim e pude ouvir a porta sendo trancada, pouco antes de ser agarrada pelos braços fortes do Jorge!
– Hoje você é minha! Chega de dividi-la com o trabalho. Você anda muito cansada e merece uma tarde de sexo e de prazer…
– Você é louco, eu tenho empre… – Minhas palavras foram cortadas com um beijo quente, daqueles que eu só lembrava do começo do namoro. Então, como não tinha remédio, resolvi ceder!
Ele me levantou no colo e caminhou em direção ao banheiro. Havia deixado a banheira pronta, com água quente e muita espuma… Cada detalhe estava planejado. Ele tirou minha roupa com calma, me colocou na água e começou a fazer uma deliciosa massagem, primeiro nos ombros, no pescoço e nos seios, sempre de modo provocante e muito sensual. Alguns beijos e carícias mais quentes depois, fomos para a cama, onde as surpresas continuaram. Ele me vendou, me amarrou na cama e começou a brincar com cada parte do meu corpo. Primeiro tive a sensação de uma pluma ser passada pelos meus seios, ainda úmidos pela água da banheira… Aquela sensação era ótima e me deixou completamente arrepiada… Depois senti um creme gelado ser jogado nos meus seios e barriga. Mas, o friozinho foi rápido, pois logo o creme foi sendo lambido lentamente pela língua quente e macia do Jorge. Com movimentos lentos e firmes, ele fez com que eu ficasse completamente excitada, louca para ser devorada… Depois foi a vez do gelo, passado nos mamilos, na nuca, nas coxas e no umbigo, sempre acompanhado de muitos beijos, lambidas e mordidas. Eu já havia gozado duas vezes, não aguentava mais de vontade de ser possuída. Resolvi arriscar um pedido: “Jorge, me come agora!”. Ele não falou nada, somente deitou sobre o meu corpo, beijou a minha boca e foi escorregando lentamente para o meio das minhas pernas. Comecei a receber um sexo oral dos deuses… E, enquanto me chupava, ele recorreu a um vibrador, que preenchia minha gruta e me arrancava gemidos sinceros e cheios de tesão… Eu já não aguentava mais, havia perdido as contas de quanto tempo havia se passado e de quantas vezes eu já tinha gozado até aquele momento, e o Jorge não parava de me dar prazer… Tremores e arrepios percorriam a minha espinha e eu não sabia se conseguiria me levantar. Mais alguns beijos e lambidas tudo parou… Ele desligou a música, me desamarrou, arrancou a venda dos meus olhos e me beijou carinhosamente e, estranhamente, sem transar de fato, sem pedir algo em troca, me falou:
– “Então, linda? Gostou da surpresa? Hoje foi o seu dia de relaxar! Eu não quero ter prazer, só você que importa! Agora, pode voltar ao trabalho mais calma e gostosa do que nunca.”
Fiquei sem entender, me troquei, entrei no carro e trabalhei o resto do expediente, tão feliz como nunca havia me sentido antes.

Leia amanhã: “Cinema quente”

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