Sem grana para o táxi

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Sabe aqueles dias em que a balada parece não dar certo? Pois é… era fim de noite, eu estava cansada, bêbada e nem havia dado sequer um beijo em alguém… sexo, então, estava fora de cogitação! Isso sem falar que todas as minhas amigas haviam se dado bem… bom para elas, mas para mim, era hora de ir embora. Me levantei e decidi sair da festa, sem dar tchau para ninguém. Quando cheguei à rua, fiz sinal para um táxi parar. Falei o endereço e me joguei no banco de trás do carro de tão exausta e frustrada que estava. Mas depois de alguns minutos, me recompus e sentei normalmente, arrumando o decote da minha blusa que havia deixado parte dos meus seios à mostra. Assim que ergui a cabeça, os meus olhos se cruzaram pelo retrovisor com os do taxista e pude notar, pela expressão dos olhos dele, que estava me admirando com malícia. Mas nem tive chance de me preocupar com isso, já que naquele momento me dei conta que havia esquecido a minha bolsa, com meu celular, as chaves de casa, a minha carteira… “E, agora?”, pensei. Conseguiria entrar em casa, pois sempre mantive uma chave extra em um esconderijo, ligaria para o meu celular ou para as minhas amigas para localizar a bolsa, mas como pagaria o taxista? Expliquei rapidamente que havia esquecido a bolsa, sugeri que voltássemos, mas ele apenas me disse: “Não se preocupe, daremos um jeito”. Fiquei tranquila naquele momento, na verdade, não me preocupei muito já que estava zonza devido à bebida. Quando chegamos na porta da minha casa, ele desligou o carro e se virou para trás, dizendo: “Hora do pagamento! Mostra pra mim de novo os seus peitinhos!”. Fiquei sem reação, olhando para ele, querendo entender toda aquela situação. Assim que captei o que acontecia, fiz um movimento para sair do carro, mas o taxista me puxou pelo braço e disse com uma voz suave: “É só mostrar, não vou fazer mais nada a não ser olhar…”. Não sei explicar a razão, mas aceitei a proposta. E não apenas isso: eu queria seduzi-lo! Lentamente, abaixei o decote da minha blusa, até quase mostrar os bicos dos meus seios, e respirava profundamente, fazendo com que meus peitos subissem e descessem, deixando-o mais louco de desejo. Claro que a reação dele foi se masturbar. Enquanto me olhava, ele abriu o zíper da calça e colocou o membro (e que membro!) para fora. Eu adorei aquilo e fui além… tirei a minha blusa e o meu sutiã e comecei a acariciar os meus seios. Isso só me excitava mais e mais, até que ele, sem conseguir se controlar, passou a mão que estava livre por dentro da minha saia, atingindo meu sexo em cheio… e eu deixei! Quando o taxista percebeu que eu já estava completamente excitada, ele pulou para o banco de trás, retirou a minha calcinha e me colocou sobre o seu colo. Em fração de segundos, eu, que tinha o controle desse jogo de sedução, me vi dominada por um homem gostoso e viril. Ele me penetrava com força e eu o cavalgava com vontade. Sua boca beijava meus seios e eu só conseguia gemer de prazer. Não demorou muito e gozamos, exaustos e satisfeitos. Pedi o telefone dele, prometendo que iria pagar pela corrida, mas ele me fez jurar que só ligaria para ele se fosse para repetir a aventura… vocês já devem imaginar quem vai me pegar depois de todas as festas, né?

Leia amanhã: “Barman gostosão”

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