No Primeiro Encontro

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Sou magro, 1.80 de altura, uns 60 quilos, loiro, quarentão enxuto. Solteiro, já fui casado, tive várias namoradas… Já vivi muitas experiências com mulheres, mas tem uma mulher, também da minha idade, que está me deixando muito pensativo… morena clara, cabelos negros e lisos, não muito alta, encorpada, peitões, coxas grossas, bundão… está conservada pra idade que tem… não sei defini-la muito bem… é bastante enigmática.

Ficamos amigos por acaso, coisas de internet, muito amigos, nos falamos quase todos os dias. Conversamos muito sobre tudo, algumas vezes papos bem picantes, mas nunca tivemos nada…embora eu a deseje muito. Ela é casada e nega-se a um encontro. Eu sempre bem atirado, converso muito e passo umas cantadas, mas ela sempre se esquivando… até pensei em desistir… mas estou muito ligado nela, nem sei o porquê isso acontece… talvez pelo desejo da conquista! Procuro elogiá-la bastante para que se sinta segura ao meu lado… eu a quero muito…

E hoje aconteceu…Ela topou se encontrar comigo. Não resistiu ao meu convite e veio a minha casa. Combinamos um café com umas bolachas especiais…

Ela chegou cedo como estava combinado, bastante nervosa, não sabia nem o que fazer com as mãos…a recebi com carinho, beijinho no rosto e evitei ficar muito próximo, desconversei… Falamos do tempo, da casa, de várias coisas banais, pra tentar deixá-la mais calma… Estava nitidamente nervosa, amedrontada… Me senti meio estranho nesse momento, afinal, eu não era nenhum lobo mau, comedor de vovozinha! Ela estava bonita, calça e blusa justinhas, decote bonito, cabelos solto, maquiada, cheirosa. Ficamos conversando um bom tempo, até eu preparar o tal café. Ela veio ajudar a compor a mesa. Quando a vi ali toda prestativa comecei a imaginar nós dois juntos. Meu Deus! O tesão começou a tomar conta do meu corpo, disfarçadamente eu tentava cada vez mais encostar nela, ficar mais perto dela, sem que ela tentasse se afastar.

Fomos conversando e arrumando as coisas pro café, meu coração disparado, querendo cada vez mais. Ela não demonstrou perceber, mas sei que estava tensa também, respirava profundamente até que não deu mais. Parei e fiquei olhando pra ela, olhando profundamente em seus olhos, coração pulsando, cheguei mais perto e a beijei. Ela me empurrou, ficou meio assustada.

Falei que a achava bonita, maravilhosa, que eu já estava doido por ela, que sentia muito tesão. A beijei de novo e ela disse que não poderíamos fazer aquilo. Eu nem ouvi, fui beijando-a delicadamente e ela cedeu. Os beijos foram se intensificando, a abracei forte! Senti ela se aninhando no meu peito cheia de desejos também. Abraços, carícias, senti seus seios pressionados no meu peito, ela me beijando, eu passando as mãos pelos seus cabelos, segurando sua nuca e a beijando profundamente. Minha língua entrelaçada a dela, era tanto desejo surgindo… Coisa doida mesmo! Ela queria parar, mas ao mesmo tempo continuar. Fui beijando e a levando para meu quarto. Sem parar de beijá-la, fui tirando minha camisa e, em pouco tempo, tiramos as roupas e ficamos nus. A deitei na cama, beijando-a e fui descendo, dando beijinhos no pescoço, nos seios, mordidinhas na barriga. Ela se contorcia em entrega total! A senti muito excitada, toda molhadinha e eu já estava muito excitado também!

Não resisti e fui de boca! Comecei a chupá-la, fazia ela gemer… Minha língua ia e vinha sentindo todo seu sabor. A excitei muito, mas não deixei que gozasse… Ela se ergueu pediu que eu deitasse w começou a beijar todo o meu corpo e desceu… Eu fiquei doido! Começou a passar a língua pelo meu ventre e ameaçava descer. Isso fazia correr um arrepio por todo o meu corpo… De repente, senti sua boca quente na cabeça do meu pênis, escorregava a língua e passou a sugá-lo de um jeito tão gostoso que quase explodi! No quase, ela parou. Nossa! Fiquei maluco mesmo! A puxei pra mim, abracei forte e me apossei daqueles seios suculentos. Depois a coloquei de costas pra mim e a penetrei com muita volúpia! Ela gemia de desejo, vi o seu sexo engolindo o meu e fui no movimento de vai e vem, devagar com penetradas profundas e fui aumentando o ritmo e, num vai e vem frenético fomos ao êxtase: ela gemeu, gritou, chorou enquanto gozava, gozamos juntos.

Depois ficamos ali abraçados, recostados um ao outro. Ela foi muito carinhosa comigo, acho que chegamos a cochilar. E só então fomos lembrar do tal café com bolachas. Já havia passado um bom tempo e ela precisava ir embora. Senti que fosse, pois queria mais. Queria senti-la de outras formas. Sei que ela vai voltar… o que será de agora em diante não sei, o que sei é que a quero por perto e sei que ela também me quer!

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