Médico gostosão

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Eu havia acabado de começar a trabalhar, literalmente. Era meu primeiro emprego e eu estava nervosa para o primeiro dia. A secretária que me entrevistou era uma moça simpática, disse que seu patrão gostava de tudo perfeitamente organizado, o que não seria problema para mim, se tem uma coisa que eu gosto é organização. O que me deixava nervosa mesmo era que aquele cara era um deus grego. Assim que o vi entrando no consultório meu coração disparou. Ele era alto, com cabelo claro e olhos cor de mel, parecia vindo de outro mundo. Andava com firmeza e com um sorriso estampado no rosto. Assim que me viu veio falar comigo. Algo me dizia que eu deveria tomar cuidado com ele, mas meu corpo estava dominado por sensações que nunca havia sentido antes.
– Você deve ser a Mirela. Sou o Dr. Bruno. Bom dia! Esteja na minha sala em 15 minutos, preciso passar algumas regras para você.
– Bom dia. Como quiser.
Meu coração batia tão forte que achei que todos podiam ouvi-lo. O jeito como ele falou ‘regras’ foi tão sexy que se regra significasse que ele me amarraria na maca eu deixaria. Passado o tempo pedido fui até sua sala e bati na porta. Ele mandou que eu entrasse. Sua sala era enorme, cheia de livros e com um cheiro amadeirado estranho, mas gostoso. Ele estava sentado atrás de uma grande mesa. Pediu que eu sentasse em uma cadeira na sua frente e começou a falar. Ele falava e falava, mas eu simplesmente não conseguia prestar atenção nas palavras, apenas em seus lábios. Lindos lábios carnudos e úmidos. Eu não conseguia me controlar, cruzava e descruzava minhas pernas numa falha tentativa de me acalmar, mas não dava. Eu já estava ficando tão excitada que pedi que ele parasse de falar. Ele estranhou e perguntou o porquê. E eu simplesmente não conseguia formar uma frase. Levantei e tasquei um beijo nele. Ele me afastou e me deu um tapa, me encarou e me empurrou em cima da sua mesa. Eu fiquei com medo e tesão ao mesmo tempo. Aquilo era surreal, nunca havia apanhado na minha vida.
– Você gostou? Quer mais? Tire sua blusa.
E eu o fiz. Tirei minha blusa lentamente enquanto ele abria sua calça e tirava seu enorme pinto e o tocava, me fazendo ficar ainda mais molhada. Ele me perguntou se eu queria seu brinquedo e eu, sem fôlego, só consegui fazer que sim com a cabeça. Ele abaixou minha calça e rasgou minha calcinha com um puxão. Com seus dedos sentiu que eu já estava preparada. Ele enfiava fundo em mim e tocava bem no ponto mais importante de uma mulher. Eu já não aguentava mais. Levantei-me e apoiei na mesa e pedi que me comesse. Ele nem me deu tempo para respirar.  Antes que eu terminasse de falar ele já estava me penetrado. Dava fortes estocadas enquanto apertava meus seios e me empurrava para frente, me fazendo deitar na mesa. Minutos se passaram e finalmente nós dois gozamos. Ele me mandou que eu colocasse a roupa, arrumasse a mesa e voltasse para a sala de espera. Quando eu estava saindo da sala ele foi atrás de mim e deu um forte tapa na minha bunda.
– Não achei que fosse entender as regras tão rapidamente. Volte em 30 minutos.
Aquele foi o melhor emprego que eu já tive.

Leia amanhã: “A ricaça e o pedreiro”

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