Happy hour caliente

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Era minha primeira semana de trabalho e o pessoal me convidou para um happy hour. Organizamos uma turma e fomos. Eu não tirava os olhos do Cláudio, o responsável pelo meu setor. Ele era um moreno forte, muito atraente e extrovertido, além de simpático demais com as garotas da firma. Simpático além da conta, eu diria… Mas eu sabia que era casado, o que diminuía minhas chances com ele. Mesmo assim, olhar não arranca pedaço, certo? Depois de duas horas, só nós dois havíamos ficado na mesa. Eu já estava um pouco alta e comecei a pensar se não era hora de ir embora… Ele estava de bom humor, elogiando a categoria feminina da empresa. Dizia, entre outras coisas, que o mundo seria bem melhor se fosse governado somente por mulheres. De repente, deixou escapar o seguinte comentário:
– “Acho vocês muito superiores! E admiro ainda mais as mulheres que não ligam para as convenções sociais e não usam sutiã!”
Como eu já estava embalada pelos chopinhos, disse a ele que deveria, então, ser alvo total dessa admiração, porque não estava usando sutiã naquele momento. Ele reagiu assim à minha observação:
– “Só vou acreditar se você me mostrar!”
Como estávamos sentados um ao lado do outro e eu usava uma bata soltinha, tudo o que precisei fazer foi inclinar o corpo para frente. Cláudio quase devorou meus seios com o olhar. Então, ele pediu para colocar a mão. Fiquei com receio, mas, como já estava excitada, concordei.Abri o cardápio na minha frente para disfarçar e desabotoei um pouco a bata, de modo que ele pudesse ficar à vontade massageando meus seios. Alguns segundos depois, já estávamos nos beijando. Com medo de começar a chamar a atenção dos outros frequentadores do barzinho, peguei Cláudio pela mão e o levei para a área restrita dos banheiros, que ficava na parte externa do local. Entramos numa das cabines do sanitário feminino (ainda bem que não tinha ninguém!) e tranquei rapidamente a porta. Tirei meus jeans, me livrei da batinha e o ajudei a se despir. Quando vi o tamanho do membro do Cláudio, cheguei a hesitar. Eu já tinha tido muitos namorados, mas ninguém com aquele volume de virilidade.
– “O que foi, princesa? Ele só quer te dar prazer…” – comentou ele, diante da minha expressão de surpresa. Rapidamente, ele me encostou contra a parede, abriu minhas pernas, ficou de joelhos e iniciou um sexo oral delicioso. Cheguei ao orgasmo em alguns minutos e ele logo me suspendeu com seus braços musculosos para começar a penetração. Eu estava completamente molhada, não só pela excitação, mas pelos gozos sucessivos. Nunca tinha transado de pé, não imaginava que poderia ser tão bom! Transamos de outras maneiras: com a tampa do vaso abaixada, eu estiquei os braços sobre a tampa e ergui o bumbum para ser devorada. Ele também se sentou sobre a tampa e me colocou sobre ele. Foi uma penetração tão profunda! Ficamos 40 minutos nesses jogos sexuais intensos. Tivemos outras experiências calientes nas semanas seguintes, que prometo relatar em detalhes numa próxima oportunidade…

Leia amanhã: “Amor sob o pé de manga”

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