Delícias na escola de natação

Avalie

Eu tinha vergonha de não saber nadar. Passava vexame perto dos meus sobrinhos pequenos, verdadeiros peixinhos dentro d’água. Por isso, resolvi me matricular na escola de natação perto de casa. Era uma escola pequena, recém-inaugurada, assim, não me espantei quando a secretária informou que eu seria a única aluna da turma da noite. Na primeira aula, estava tímida, afinal, eu já tinha 35 anos. O que o professor pensaria de uma mulher madura que não sabia nadar? A secretária nos apresentou: ele era praticamente um garoto! E que garoto! Vinte aninhos no máximo, todos os músculos no lugar, cabelos castanhos enrolados, olhos verdes tão profundos…
– Luciana, este é o Jorginho, nosso professor – disse a secretária, interrompendo meu devaneio.
De cara, expliquei para ele que tinha medo de piscina graças a um trauma de infância. Ele sorriu e garantiu que eu estaria segura em seus braços. A secretária se despediu e nos deixou. Já na piscina, comecei a praticar movimentos com a prancha. O professor reparava em cada gesto meu. Para quebrar o gelo, tentei explicar minha presença ali:
– Agora que já tenho 35 anos, resolvi que não podia mais adiar. Por isso, me matriculei – disse.
– 35 anos? Eu tinha certeza que você tinha uns 25. Está em ótima forma… – comentou.
Aquilo me desconcertou. A prancha voou longe e ele veio ao meu encontro:
– Uma das primeiras lições da natação, Lu, é saber se equilibrar.
Falou isso e, enquanto eu tentava boiar, colocou a mão esquerda bem abaixo dos meus seios, o que me arrepiou da cabeça aos pés. O que eu faria para controlar aquela excitação? Mas, para minha surpresa, observei que não estava sozinha no clima. Porque, enquanto me instruía sobre equilíbrio, o professor já estava bem “empolgado” também: consegui reparar nisso pelo conteúdo volumoso sob sua sunga. Cruzamos nossos olhares e, de repente, começamos a nos beijar. Foi um beijo muito quente e cheio de vontade. Com velocidade, ele abaixou meu maiô, o que fez com meus seios pulassem para fora. Totalmente tomado de desejo, ele começou a sugá-los, arrancando de mim gemidos altos. Em segundos, nos livramos dos trajes de banho, que ficaram boiando na piscina. Ele me sentou na escadinha da piscina, abriu minhas pernas com delicadeza e se encaixou rapidinho ali, enquanto mordia meu pescoço, mordiscava meus seios e me chamava de gostosa. Gozei duas vezes nessa posição deliciosa e, até então, inédita para mim. Depois, nos amamos na beirada da piscina, na pequena arquibancada e também no vestiário. Ele tinha um pênis enorme, o que me preenchia completamente e roubava o meu fôlego. Frequentei seis meses aquela escola de sonhos, até que Jorginho se mudou de cidade para cursar faculdade. Nem preciso dizer que não aprendi a nadar, em compensação, minhas aventuras sexuais na escola de natação dariam uma apostila ilustrada pra lá de especial…

Leia amanhã: “Uma noite com os gêmeos”

Mais lidas