Cinema quente

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Quando era mais nova e ainda morava com meus pais, estava encontrando muita dificuldade para transar com meu namorado, pois não possuíamos carros e tampouco dinheiro para os motéis. Sempre que possível, falávamos com alguns amigos que liberavam a casa ou, então, partíamos em busca de uma aventura, como essa que aconteceu no cinema. Estávamos desesperados por um pouco de privacidade, por isso, escolhemos um cinema velho que passava alguns filmes antigos. A seção das 22 horas era a mais vazia, perfeita para o que queríamos fazer. Compramos os ingressos e rapidinho sentamos na última fileira. Para nossa sorte, não havia mais ninguém do nosso lado, apenas outros casais sentados mais à frente! As luzes mal se apagaram e começamos a nos beijar com muita vontade. Eu havia escolhido uma saia bem curtinha para aquela noite, afinal, não queria dificultar nada para ele, que também estava louco de vontade de fazer amor. Ainda um pouco tímida, permiti que as mãos dele invadissem a minha saia e retirassem a minha calcinha, que já estava molhada, tamanho o tesão que eu sentia. Seus dedos grossos vasculhavam a minha gruta me arrancando suspiros profundos e leves gemidos, que eram abafados com beijos, para não chamar a atenção das outras pessoas. Em pouco tempo gozei pela primeira vez e aí, tomada pelo prazer, não consegui mais me controlar, eu precisava dele, estava ansiosa para transar. Apoiei a minhas mãos na cadeira, empinei a bunda e implorei para ser possuída… Ele, que também estava se controlando até o momento, não vacilou: abaixou a bermuda e me penetrou com força, primeiro bem lentamente, depois com mais força e velocidade. Eu rebolava enlouquecidamente, enquanto ele puxava meus cabelos e me comia com vontade. Percebia que estava sendo vista pelas pessoas e isso me deixava ainda mais empolgada. Era delicioso saber que o meu prazer excitava aquelas pessoas… E quanto mais me olhavam, mais alto eu gemia, explodindo em um gozo louco, intenso, único… Depois de ver que ele também havia gozado, arrumei minha saia, recolhi a calcinha do chão e me levantei um pouco envergonhada, mas bastante realizada.

Leia amanhã: “Malhação de verdade”

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