Amante Precoce

Amante Precoce
Avaliação 4 - Votos 1

Sou Anthony, negro, 51 anos, 1,75 m, 88 kg, simpático, charmoso, ardente. Em 2007 tive um relacionamento com Suelen, uma falsa magra deliciosa, morena, de 1,65 m e 58 kg de tesão e safadeza. Ela tem uma filha que nesta época tinha 18 anos e que morava conosco, chamada Kelly. Ela era uma coisa de louco: tinha a mesma altura da mãe, mas um pouco mais cheinha. Cabelos longos encaracolados que às vezes alisava na chapinha, os mais tesudos peitinhos que já vi e uma bundinha redondinha de adolescente bem provida.

Onde morávamos o apê era pequeno de dois quartos, com portas sanfonadas e o banheiro ficava na área de serviço. Como a porta era de alumínio, a fechadura era fixada com arrebites, o que deixou um buraquinho que dava direto a visão ao chuveiro. Era dali que eu brechava Kelly no banho, toda gostosa, na sua meninice e seu corpo de mulher. Era gostoso me deliciar vendo-a com a esponja entre as pernas se contorcendo de desejo, a cada banho.

Um dia estávamos apenas nós dois em casa assistindo TV na sala e resolvi tomar um banho devido ao calor excessivo. Como estava com barba por fazer, resolvi aproveitar. Fui ao quarto, peguei toalha, cueca e me dirigi ao banheiro. Fechei a porta e comecei a fazer a barba. Ao terminar vi que tinha esquecido de levar o pós barba, então abri aporta do banheiro para ir ao quarto buscar. Foi quando percebei que Kelly saiu as pressas de perto da porta. A safada estava me brechando e eu a surpreendi. Fui ao quarto como quem não tinha percebido nada e ela estava sentada no sofá quietinha. Comentei com ela que tinha esquecido o pós barba, entrei no quarto, peguei e voltei ao banheiro. Porém, ao passar pela cozinha, peguei o açucareiro e derramei uma fina camada de açúcar na porta do banheiro de modo que se alguém brechasse iria pisar no açúcar e pelo brilho do piso contra a luz solar eu perceberia. Dentro do banheiro comecei a me tocar na esperança de que ela estivesse me brechando. Peguei meu pau duro, grosso e preto e ensaboava da base até a glande, fechando e olhos e me deliciando numa punhetinha contida. Balança, pegava-o com as duas mãos e virava de lado para ela ter noção do tamanho da pica tesuda. Fiquei nesta sacanagem cerca de cinco minutos, gemendo, imaginado-a molhadinha de tesão e até provavelmente se masturbando ali do outro lado. Gozei em abundância. Era um sêmen espesso. Saí do banheiro,

Ela estava no sofá, mas levantou e foi para o seu quarto. Esperei um pouco e fui até o sofá onde estava sentada, passei a mão no chão, senti a areia e levei aos lábios: era açúcar. Minhas suspeitas se confirmaram, realmente ela estava me brechando. Com certeza já devia fazer aquilo a tempo e por certo já tinha visto eu comer a mãe dela várias vezes no banheiro, enrabando e fazendo as mais safadas sacanagens com sua “mainha”, se masturbando ou guardando na lembrança para molhar a cama com seu gozo nas madrugadas.

Passou cerca de um mês até que ficamos sozinhos em casa novamente. Desta vez eu tinha acabado de almoçar e fui tirar um cochilo. Encostei a porta sanfonada, tirei a bermuda e liguei o ventilador. Estava meio sonolento quando percebi Kelly abrindo devagarzinho a porta. Me excitei no ato e virei de lado para que ela pudesse ver meus olhos fechados, mas também o volume de meu cacete intumescido. Ela foi até a cabeceira da cama, disfarçando para ter certeza de que eu dormia, se abaixou próximo a mim e tocou de leve meu pau. Latejei! Meu pau pulsou na hora, abri os olhos e ela tomou um susto e ia saindo. Pulei da cama, segurei-a pelos ombros e falei: “eu sei que você me brecha no banheiro”. Em pânico ela pediu: “não conte nada a mainha senão ela me mata!”

Eu tranquilizei ela dizendo que nada contaria, mas que também a brechava e que me masturbava e até comia a mãe dela pensando nela. Nisto fui trazendo-a para junto de mim e ela sentido meu pau duro na coxa dela, começou a tremer de desejo. Sentei-a na cama e em pé ante ela, coloquei suas mãos em meu mastro rijo. Ela meio nervosa vendo de perto o objeto de seus desejos, pegou por cima da cueca, apertou, puxou para fora e abocanhou. Me chupou como uma puta experiente. Depois fui saber que ela tinha aprendido vendo a mãe dela me chupando no banheiro. Mamou meu pau e eu na tara, tirei a cueca, livrei ela da sainha e do top e me deitei por cima dela inversamente num delicioso 69. A baba da moça era uma delícia. Eu nunca tinha chupado uma buceta tão novinha e virgem. Chupei, lambi, bebi cada gotinha. Abri bem sua bunda e enfiei a língua em seu cuzinho tesudo, que apertava minha língua em deliciosas contrações de tesão. Gozei um monte em sua boquinha de ninfeta enquanto ela derramava aquele caldinho viscoso na minha boca. Queria fodê-la. Ela pediu que comesse sua bucetinha pois era virgem e esta virgindade era o tesouro de vantagens que a mãe contava. Mas ela queria que eu enrabasse ela, justamente como fazia no banheiro com sua “mainha”. Peguei na cabeceira da cama um óleo, deitei ela de costas na cama e coloquei o travesseiro debaixo dos quadris. Meti a língua na buceta e o mel escorreu para o cuzinho. Enfiei o melzinho cú a dentro com a boca, depois peguei o óleo e untei o buraquinho e depois meu pau. Olhando em seus olhos de putinha iniciante fui varando seu cuzinho. Com a mão direita fui massageando seu clitóris e a esquerda apertando a delícia do peitinho. Seus olhos encheram de lágrimas, mas ela se contorcia e gemia gostoso. Perguntei se queria que eu tirasse, mas ela quase gritou: “não… me fode seu cachorro tesudo! Me come gostoso, do jeito que você come a minha mãe”. Numa estocada vigorosa, arrombei o cuzinho delicioso dela, que chorava, gemia, tremia, estribuchava de tanta tara… Num vai e vem frenético senti o gozo chegar, acelerei a massagem no grelo dela e explodi num gozo imenso quando ela num espasmo gozou enlouquecidamente xingando, gemendo, chorando, entre porra, um filete de sangue e muito suor. Fiquei com meu pau dentro dela até amolecer, deitei de lado e a trouxe em meus braços. Nos abraçamos como dois amantes e beijamos gostoso na boca. Levantamos para arrumar o quarto antes que a mãe dela chegasse. Ficamos como amantes ainda por dois anos, mas me separei da mãe dela e elas mudaram de cidade. Nunca vou esquecer a ninfetinha, que foi minha mulher tesuda por dois deliciosos anos.

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