A ricaça e o pedreiro

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Estávamos reformando a nossa casa quando meu marido teve que fazer uma longa viagem a trabalho. Como meus filhos também estavam viajando de férias, fiquei sozinha tomando conta da reforma. Meu marido avisou ao André, o chefe da obra, da viagem e que qualquer coisa que precisasse podia me procurar.
Numa sexta-feira, tivemos um grande problema com o encanamento da área de lazer e o André disse que viria no sábado só para resolver isso. Como os outros pedreiros não trabalhavam nos finais de semana, André chegou sozinho. Ele devia ter uns 35 anos, era moreno, alto, barba por fazer e uma cara de homem que mexeria até com a imaginação das mais santas. Nunca tinha reparado nos braços até então.
Como estávamos sozinhos, me ofereci para ajudá-lo no que fosse preciso. Fiquei o tempo todo do lado de fora observando aquele homem delicioso trabalhar. De repente, um cano estourou e sua roupa ficou inteirinha molhada. Então ele tirou a camisa, e fiquei louca quando vi aquela
barriga trincada. Fazia tempo que eu não via um corpo masculino tão definido. Perguntei se queria trocar de roupa, e ele só me pediu uma água. Quando me virei para buscar, percebi que ele me olhou de cima a baixo com desejo. Naquela hora fiquei louca. Quando fui entregar o copo
d’água, ele apertou um pouco minha mão. Fiquei inteira arrepiada.
Em seguida, pediu para que eu ligasse e desligasse a torneira, enquanto ele mexia na parte de baixo da pia. Eu estava de vestido e fingia nem perceber, mas sabia que ele podia ver tudo da posição que estava. Ele estava deitado de barriga para cima e me chamou para ver onde estava o problema, coloquei a cabeça embaixo da pia, ficando praticamente encostada nele e com os peitos na sua cara.
“Que visão incrível!” – disse, dando uma risadinha.
Não aguentei e encostei de uma vez naquele corpo. Ele pegou na minha cintura e me puxou para sentir o seu membro, que já estava pronto. Fiquei louca de tesão. Saímos de baixo da pia e, ali no chão da varanda mesmo, ele me deu um beijo de tirar o fôlego. Enquanto chupava meus peitos, ele me deixou só de calcinha. Abri sua calça e já meti aquele pau monstruoso na minha boca. Há muito tempo não curtia tanto chupar um pinto. Deitados, ele puxou minha calcinha para o lado, e fizemos um 69 durante uns 10 minutos.
Quando os dois não se aguentavam mais, tiramos toda a roupa. Ele abriu a minhas pernas e seu pau grosso entrou com uma facilidade de se espantar. Começou a meter bem devagar, fazendo círculos com seu pau dentro de mim. Depois, iniciou um vaivém forte e rápido que me fazia gemer de tanto tesão. Trocamos de posição para eu ficar em cima dele. Cavalguei durante um tempo até que ele me puxou pela cintura contra o seu corpo e gozamos juntos. Depois ele foi supercarinhoso comigo até ficar de pau duro novamente. Repetimos a dose e prometemos nunca mais falar sobre isso.

Leia amanhã: “Minha primeira vez com o professor de violino”

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