Papa Francisco: o caminho até chegar à consagração no papado

Conheça as principais influências religiosas que ajudaram a trilhar o caminho de Jorge Mario Bergoglio até se tornar o Papa Francisco

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FOTO: Roman Yanushevsky / Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 04/11/2016 às 14:36
Atualizado às 18:44

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Talvez tenha sido a proximidade de sua casa à Igreja Nossa Senhora da Misericórdia que estreitou os laços do futuro Papa Francisco com Deus. Talvez tenha sido a influência de sua mãe, que fazia questão de levar a família todos os domingos à missa, ou ainda o apoio da freira Dolores, que o preparou para a primeira comunhão e o acompanhou em diversos momentos.

Seja lá qual tenha sido o verdadeiro motivo que despertou a vocação de Jorge Mario Bergoglio pelo sacerdócio, a verdade é que Papa Francisco sempre foi um homem de Deus.

Papa Francisco: o caminho até chegar ao papado

FOTO: Roman Yanushevsky / Shutterstock.com

Papa Francisco: o caminho até o papado

A vocação tomou força na juventude. Aos 21 anos, Bergoglio enfrentou um quadro grave de pneumonia, que pôs a sua vida em risco. A febre alta manteve-se por dias e, como os antibióticos não faziam mais efeito, o argentino acabou perdendo parte de seu pulmão direito. A dor pela enfermidade foi confortada pela freira Dolores, que esteve presente em sua vida desde a primeira comunhão do jovem. “Com tua dor, você está imitando Jesus”, teria dito ela ao lado da cama de Bergoglio.

Pouco tempo depois, em 11 de março de 1958, ele entrou para a Companhia de Jesus da Ordem dos Jesuítas. E não demorou muito para que se tornasse provincial – uma posição de comando – dos jesuítas em seu país. A partir daí, o crescimento na Igreja foi rápido. Em 1992, assumiu o cargo de bispo titular de Auca e bispo auxiliar de Buenos Aires. Cinco anos depois, foi nomeado bispo adjunto, e, em 1998, firmou-se como titular.

Foi João Paulo II quem o ordenou cardeal em 21 de fevereiro de 2001. Anos depois, em 2005, já era presidente da Conferência Episcopal da Argentina, cargo que ocupou até 2011. Ainda em 2005, foi o segundo mais votado no conclave que elegeu o sucessor de João Paulo II e transformou Joseph Ratzinger em Bento XVI. Era uma demonstração da aceitação do argentino pelos demais cardeais, embora, na época, tivessem optado por uma figura mais conservadora – exatamente a imagem que queriam derrubar com a escolha de Bergoglio em 2013.

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Texto: Natália Ortega – Edição: Victor Santos