ENTRETENIMENTO

Astrônomos na fogueira: Nostradamus previu destino de cientistas na Inquisição

O francês Nostradamus, famoso por suas previsões registradas em versos, conseguiu antecipar a violenta perseguição que cientistas sofreriam na Inquisição

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FOTO: Reprodução/Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 12/08/2016 às 18:21
Atualizado às 18:08

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Michel de Nostradamus (1503-1566) foi um intelectual do século 16, que se destacou principalmente na medicina e no estudo da  astrologia. Entretanto, o que fez com que seu nome seja lembrado até hoje são as previsões que o francês deixou registradas em versos.

Tais visões, além de muitas vezes trágicas, em grande parte, acabaram realmente acontecendo. E uma delas diz respeito justamente quanto à repressão da Igreja Católica para com cientistas que atuaram durante a Idade Média na Europa.

cruz, fogo, em chamas, Inquisição

FOTO: Reprodução/Shutterstock Images

A morte de Bruno, por Nostradamus

Ser cientista não era uma tarefa das mais fáceis durante a Idade Média, período da Inquisição, como foi chamada a perseguição, por parte da Igreja Católica Romana, daqueles que divulgavam qualquer conteúdo que questionava os preceitos divinos.

Giordano Bruno (1546-1600) foi um dos que foi para a fogueira, por defender o heliocentrismo, a ideia de que todos os planetas giravam ao redor do Sol – ou seja, a Terra não era o centro do universo. Abaixo, os versos onde Nostradamus antecipava o futuro trágico de Bruno:

“Alguns dos mais instruídos
Em astronomia,
serão condenados, punidos por éditos,
Perseguidos como criminosos,
E mortos onde forem encontrados.”

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Texto: Redação Edição: João Paulo Fernandes