O que é ginástica cerebral?

Ter um raciocínio rápido é muito importante para se desenvolver pessoalmente e profissionalmente. Veja como desenvolvê-lo com a ginástica cerebral

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FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 08/08/2016 às 19:07
Atualizado às 11:28

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Pode não parecer, mas os benefícios de se ter um raciocínio mais rápido vão muito além de somente fazer contas. Ele está ligado à tomada rápida de decisão, o que é importante em diversas áreas da vida, como no trabalho, em concursos e até em situações de estresse. “Estar atento para melhorar esse circuito é fundamental para o bom desempenho pessoal e profissional em todos os aspectos”, enfatiza o especialista em neurolinguística William Ferraz.

Basicamente, a ginástica cerebral é feita com exercícios simples que estimulam o trabalho cerebral, desenvolvendo habilidades específicas, como concentração, raciocínio lógico, entre outras. Crianças, adolescentes e adultos podem praticar a técnica com a ajuda de profissionais ou em casa.

menino pensando - ginástica cerebral

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Porém, devem seguir uma linha de treino diário. “É importante manter uma prática de atividades que desenvolvam o cérebro por toda a vida e, quanto antes começar, melhor será o desenvolvimento do indivíduo”, explica Fabiana Cardoso de Oliveira, chefe do departamento de matemática do Kumon, método que visa desenvolver o autodidatismo no processo de aprendizagem.

Faça você mesmo a ginástica cerebral!

1 • Crianças pequenas podem ser estimuladas com canções e leituras de histórias que ajudam a desenvolver o vocabulário e a capacidade de raciocínio.
2 • Quebra-cabeças são ótimos passatempos educativos, pois são trabalhadas a concentração, a coordenação motora, o raciocínio e a memória. “Imaginando como as peças vão se encaixar, se desenvolverá ainda a capacidade de inferência, que se relaciona com o pensamento matemático”, frisa Fabiana.
3 • Uma vez na semana, abra um dicionário e busque pelo significado de palavras desconhecidas.
4 •Mude o trajeto até o trabalho ou a escola sempre que possível. Assim, você não deixa o cérebro “preguiçoso”.
5 •Intercale o braço no qual você usa o relógio semanalmente. Assim, estará trabalhando a capacidade de localização, interpretação e, claro, o raciocínio.

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Texto e entrevistas:
Natália Negretti – Edição: Giovane Rocha

Consultorias: William Ferraz, especialista em neurolinguística; Fabiana Cardoso de Oliveira, chefe do departamento de matemática do Kumon