ENTRETENIMENTO

Revolução Constitucionalista: entenda o conflito que marcou a Era Vargas

Em 1932, os paulistas deflagram a Revolução Constitucionalista, mas acabaram perdendo o conflito. Contudo, dois anos depois, um de seus pedidos foi acatado.

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FOTO: Wikimedia Commons

por Redação Alto Astral
Publicado em 24/08/2016 às 14:35
Atualizado às 18:15

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A Revolução Constitucionalista foi um movimento armado que aconteceu entre os meses de julho e novembro de 1932 e que marcou o primeiro mandato de Getúlio Vargas.

Cartaz da Revolução Constitucionalista convocando os paulistas para o conflito

FOTO: Wikimedia Commons

Como, após as eleições de 1930, os membros da elite paulista foram afastados do governo, eles começaram a exigir apoio, sendo opositores do governo de Getúlio. Movimentos estudantis, revoluções e comícios pediam o fim do Governo Provisório, uma nova Constituição e a deposição de João Alberto Lins de Barros, interventor de São Paulo.

Consequências da Revolução Constitucionalista

A partir desses movimentos, quatro estudantes (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo) foram mortos em uma manifestação e, por conta disso, houve ainda mais revolta, o que levou ao estopim da revolução.

No total, foram mais de 900 mortos em 87 dias de combate, e os paulistas perderam a batalha. Mas nem tudo foi em vão, já que, dois anos depois, em 1934, foi promulgada a nova Constituição. Já em 1997, a data 9 de julho se transformou em feriado civil.

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Texto: Redação Edição: Érica Aguiar