ENTRETENIMENTO

Profissão nojo: conheça os 3 empregos mais asquerosos do mundo

Já imaginou ir trabalhar sabendo que seu emprego é um dos mais nojentos do mundo? A tarefa não é fácil, mas há quem dê conta do recado e segure o nojo!

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FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 27/07/2016 às 13:11
Atualizado às 16:16

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Ugh, que nojo! Imagine acordar todos os dias e ir trabalhar sabendo que sua função é uma das mais nojentas do mundo? A tarefa não deve ser fácil, mas há quem tenha coragem para encarar situações nada agradáveis!

Uma mãozinha para elefantes

Quando um bichinho precisa de uma ajuda extra na hora de se reproduzir, entra em cena o masturbador. Até existem outros métodos de coleta de sêmen para inseminação artificial, mas o mais barato ainda é a estimulação manual.

elefante selva andando inseminacao artificial profissão nojo

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No caso do elefante, para não ser “nocauteado” pelo pênis do animal (que chega a um metro e meio de comprimento!), o masturbador precisa enfiar o braço inteiro em seu ânus, alcançar a próstata e deixar o bicho animadinho. E aí sai de perto: o sêmen é recolhido com uma camisinha tamanho hipermegaextra G presa a um cabo de arame.

“Fungador” profissional

homem mau cheiro axila profissão nojo

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Ah, que bom seria se testadores de odor se restringissem a alimentos, bebidas e cosméticos. Esses especialistas em cheiros – e mau-cheiros, diga-se de passagem – podem chegar a dar 100 fungadas por dia em axilas (ai, que nojo!). Só dessa maneira a eficácia de desodorantes e perfumes na pele de outras pessoas é verificada.

Missão: cocô de baleia

O amor à ciência pode explicar tudo, até pesquisas acadêmicas bizarras que têm como objeto de estudo as fezes de baleia. Mesmo sendo enormes, as fezes desse animal gigante são difíceis de encontrar no oceano, porém podem revelar muitos dados importantes sobre a espécie.

baleia oceano

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Tal importância justifica, por fim, a ocupação dos coletores de cocô de baleia. Eles usam cães farejadores para identificar excrementos boiando na água e, ao encontrar a preciosidade, coletam-na com um saco plástico.

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Texto: Redação Edição: Érica Aguiar