Espiritualidade animal: os bichos agem apenas por instinto?

Do ponto de vista da espiritualidade animal, eles agem apenas baseados em seus instintos? O Livros dos Espíritos e Allan Kardec esclarecem essa questão!

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FOTO: Reprodução/Pixabay

por Redação Alto Astral
Publicado em 30/09/2016 às 13:42
Atualizado às 18:36

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A espiritualidade animal é um tema que pode gerar muitas dúvidas e, ao mesmo tempo, despertar a curiosidade das pessoas. Por isso, recorremos ao Livro dos Espíritos e ao maior representante da religião, Allan Kardec, para esclarecer: os animais agem apenas por instinto?

Em O Livro dos Espíritos essa resposta aparece na questão 593: “É bem verdade que o instinto domina na maioria dos animais; mas não vês que há os que agem por uma vontade determinada? E que têm inteligência, mas ela é limitada”.

Sobre espiritualidade animal e seus instintos, segue-se o comentário de Kardec: “Além do instinto, não se poderia negar a certos animais a prática de atos combinados que denotam a vontade de agir num sentido determinado e de acordo com as circunstâncias. Há neles, portanto, uma espécie de inteligência, mas cujo exercício é mais precisamente concentrado sobre os meios de satisfazer às suas necessidades físicas e proverá sua conservação”.

Kardec acrescenta que não há entre eles nenhuma criação nenhum melhoramento, explicando que qualquer que seja a arte que admiramos em seus trabalhos, aquilo que faziam antigamente é o mesmo que fazem hoje, nem melhor nem pior, segundo formas e proposições constantes e invariáveis.

elefantes rio espiritualidade animal

FOTO: Reprodução/Pixabay

“Os filhotes separados de sua espécie não deixam de construir o seu ninho de acordo com o mesmo modelo sem terem sido ensinados. Se alguns são suscetíveis de uma certa educação, esse desenvolvimento intelectual, sempre fechado em estreitos limites, é devido à ação do homem sobre uma natureza flexível, pois não fazem nenhum progresso por si mesmos, e esse progresso é efêmero, puramente individual, porque o animal, abandonado a si próprio, não tarda a voltar aos limites traçados pela natureza”, conclui.

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Texto: Redação / Edição: Érika Alfaro