5 dicas de clássicos do cinema que você precisa assistir!

Que tal uma sessão cinema no final de semana? Confira uma lista com cinco dicas de clássicos do cinema que você precisa assistir!

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FOTO: iStock/Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 09/11/2016 às 13:00
Atualizado às 18:43

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Apertem os cintos…  O piloto sumiu

Airplane (1980)
Diretores: Jim Abrahams, David Zucker e Jerry Zucker | Com: Robert Hays, Julie Hagerty e Leslie Nielsen | Duração: 88 minutos.

Mais do que comédia, hilário. Considerado o décimo filme mais engraçado de todos os tempos pelo American Film Institute, Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu não tem medidas para recorrer a uma mistura de comédias pastelão, ácida e desvairada.

Ao parodiar com maestria os filmes de desastres aéreos, a obra abriu as portas para que todo um novo gênero de sátiras surgisse no cinema. A cada segundo, o longa arremessa um gracejo à audiência, sem se esquecer da piada mor: o roteiro que coloca um piloto neurótico a cargo de uma aeronave com tripulação peculiar.

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FOTO: Reprodução

Ponto alto: ao contrário de outras paródias cinematográficas que se tornam ultrapassadas por suas referências datadas, Apertem os Cintos consegue fazer piada atemporal e se faz entender – e rir – em qualquer época e por qualquer espectador. Representa, sem dúvidas, o ápice de um gênero.

Cantando na chuva

Singin’ in the Rain (1952)
Diretores: Stanley Donen e Gene Kelly | Com: Gene Kelly, Donald O’Connor e Debbie Reynolds | Duração: 103 minutos.

Embora negligenciado pela academia, sendo indicado aos Oscars de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Trilha Sonora (e sem levar nada), Cantando na Chuva não demorou a ser reconhecido como um eterno clássico dos musicais, que faz uma crônica bem-humorada e tocante sobre a transição do cinema mudo para o falado. Gene Kelly demonstra estar no auge de sua carreira, e a atuação carismática dos outros atores só acrescenta ao clima da obra, que dificilmente deixará alguém da audiência sem um sorriso no rosto.

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FOTO: Reprodução

Ponto alto: senão a maior, com certeza uma das maiores cenas antológicas e lendárias do cinema está presente neste filme. Conseguindo combinar despretensão e grandiosidade, a inesquecível sequência de quase cinco minutos em que Gene Kelly canta e dança na chuva – que, inclusive, dá o nome ao filme e, apenas para medir seu poder, nada tem a ver com o fio da história principal – com sua riqueza em detalhes e perfeição, é definitivamente reverência obrigatória para qualquer amante da sétima arte.

Curtindo a vida adoidado

Ferris Bueller’s Day Off (1986)
Diretor: John Hughes | Com: Matthew Broderick, Alan Ruck e Mia Sara | Duração: 103 minutos.

Despretensioso, Curtindo a Vida Adoidado chega aos dias de hoje não só como o ponto alto da comédia adolescente dos anos 80, mas com o título de clássico do gênero. O tema banal – garoto que finge estar doente para matar aula – acabou refletindo uma juventude americana desprendida às regras e que buscava viver intensamente o momento.

À medida que os personagens excursionam por diferentes lugares, a produção constrói a ideia de que a vida deve ser vivida ao máximo. Seria a prova que um filme tipicamente comercial pode trazer reflexões maiores do que a bilheteria.

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FOTO: Reprodução

Ponto alto: além de ter o mérito de representar uma geração, Curtindo a Vida Adoidado ganha mais no seu aglomerado de partes do que no todo. Exemplo é a cena clássica em que o personagem de Matthew Broderick anima uma parada pelas ruas de Chicago cantando Twist and Shout.

O fabuloso destino de Amelie Poulain

Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain (2001)
Diretor: Jean-Pierre Jeunet | Com: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz e Rufus | Duração: 122 minutos.

Um filme que tira um sorriso de qualquer tipo de audiência, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é produzido para deixar o espectador em alerta de que uma mudança em sua vida só depende de si mesmo.

Tanto Amélie, eternizada na atuação de Audrey Tauton, quanto os personagens secundários são de um carisma ímpar e envolvem quem assiste em sua jornada de fazer o bem nos mínimos detalhes, com uma Paris de fotografia belíssima como pano de fundo.

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FOTO: Reprodução

Ponto alto:a comédia romântica é uma celebração da vida nos seus pequenos momentos. Além de quebrar o tabu do cinema francês ser elaborado demais para a audiência acostumada com blockbusters americanos, o filme consegue ser extremamente claro em sua mensagem, glorificada na figura de Amélie Poulain. Não à toa que acumula seguidores e admiradores do estilo de vida proposto por ele.

A noviça rebelde

The Sound of Music (1965)
Diretor: Robert Wise | Com: Julie Andrews, Christopher Plummer e Eleanor Parker | Premiações: Oscar de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Montagem e outras duas estatuetas | Duração: 174 minutos.

Demonstrar o poder da música e a força do amor nos tempos terríveis da Segunda Guerra parece ser a missão principal da história da freira que não se adapta às rígidas convenções de seu convento, e passa a ser governanta na casa da família Von Trapp.

Através da expressiva atuação de Julie Andrews e da trilha sonora notável – que inclui The Sound of Music, My Favorite Things, Do Re Mi, Climb Every Mountain e muitas outras letras e melodias difíceis de serem esquecidas – passamos a ter mais esperança na vida. Se existe uma categoria de filmes “para aquecer o coração”, esse musical certamente merece espaço nela.

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FOTO: Reprodução

Ponto alto:a fotografia. Todo o visual de A Noviça Rebelde é espetacular, seja nas paisagens da Áustria, com seu céu azulado e colinas esverdeadas, ou ainda nos cenários fechados, com muita grandiosidade e uma riqueza de detalhes.

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Texto: Redação Alto Astral  Edição: Nathália Piccoli