Genialidade ou preguiça? Entenda a motivação das invenções humanas

O que leva o ser humano a criar coisas? A necessidade é realmente a mãe de todas as invenções? Entenda esta "motivação" da humanidade

None
Foto: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 09/11/2016 às 08:28
Atualizado às 18:43

COMPARTILHEShare to WhatsappShare to FacebookShare to LinkedinShare to TwitterShare to Pinteres

Reza a lenda que a necessidade é a mãe de todas as invenções. “A humanidade sempre buscou aperfeiçoar e melhorar suas tarefas, principalmente as relacionadas a esforço físico”, esclarece João Carlos Lopes Fernandes, professor do Instituto Mauá de Tecnologia e coordenador do curso de Engenharia de Computação. Ou seja, os seres humanos criaram coisas na tentativa de solucionar problemas ou trazer mais praticidade e agilidade a certos trabalhos.

desenho cérebro

Foto: Shutterstock Images

Invenções para o dia a dia

Essas são características observadas nas grandes criações, como a roda, a vacina ou a máquina a vapor. Porém, o conforto também se tornou uma justificativa louvável para que várias invenções saíssem do papel e, assim, reduzissem o esforço humano ao menor nível possível. “Muitas coisas são inventadas sem ter existido uma necessidade anterior de se ter aquele produto. O ser humano possuía a necessidade de ter alguma das invenções recentes como o tablet, smartphone ou outro gadget? Claro que não! A humanidade viveu muito bem sem elas”, reforça Frederico Cesarino, engenheiro mecânico e professor do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Luterana do Brasil.

Frederico reconhece que tais criações trouxeram ainda mais praticidade para um mundo que já possuía bons recursos para resolver seus problemas. “Estes produtos foram inventados no intuito de se ter maior praticidade, maior conforto nas comunicações e no armazenamento e utilização de dados eletrônicos, por exemplo”, completa.

LEIA TAMBÉM

TEXTO Thiago Koguchi CONSULTORIAS Frederico Cesarino, engenheiro mecânico e professor do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Luterana do Brasil; João Carlos Lopes Fernandes, professor do Instituto Mauá de Tecnologia e coordenador do curso de Engenharia de Computação