Conheça as síndromes mais bizarras do mundo

Três casos reais de síndromes e distúrbios sérios que você não vai acreditar que existam, mas que acontecem e impressionam!

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FOTO: iStock.com/Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 02/08/2016 às 19:38
Atualizado às 16:04

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Além de distúrbios neurodegenerativos mais comuns como Alzheimer e Parkinson, outras síndromes e distúrbios menos comuns – e até um pouco assustadores e bizarros – podem interferir no funcionamento normal do cérebro e de certas habilidades essenciais para realizar atividades simples do dia a dia.

A baixa recorrência pode criar um pensamento equivocado de que tais casos não requerem tanta atenção. Mas, ao contrário disso, é fundamental que haja a consciência de que toda disfunção merece cautela, por mais rara que seja. Listamos, a seguir, alguns transtornos incomuns e bastante surreais.

Conheça algumas das síndromes mais bizarras do mundo

FOTO: iStock.com/Getty Images

Top 3 síndromes bizarras

Síndrome da cabeça explosiva
Calma! Nessa síndrome, nenhuma pessoa tem, de fato, a cabeça dividida em inúmeros pedaços. É que, durante o sono, essa síndrome gera barulhos ensurdecedores, comparados a ex­plosões e disparos. Em maio de 2015, pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, entrevistaram 211 pessoas, e 18% delas relataram já ter passado por essa situação pelo menos uma vez. Acredita-se que uma disfunção nas descargas elétricas do cérebro dá origem às “explosões”. Isto é, algumas áreas que são “desativadas” durante o repouso sofrem um atraso no processo e provocam esses casos.

Falando em outros idiomas
Já pensou acordar após um acidente se comunicando com sotaque ou apenas por meio de um idioma que não o materno? Parece até loucura, mas ambos os casos têm nome: o primeiro é conhe­cido como Síndrome do Sotaque Estrangeiro e o segundo, Síndrome do Idioma Estrangeiro.

Se você ainda acha impossível, saiba que, em 2012, o australiano Ben McMahon sofreu um acidente de carro e, quando despertou do coma, só falava em mandarim (idioma que estudou breve­mente na época de escola). Só após alguns dias ele voltou a se comunicar em inglês.

Os pesquisadores não sabem ao certo qual região do cérebro corresponde ao aprendizado de novos idiomas. Contudo, acreditam que as alterações identificadas nessas situações podem envolver o lóbulo frontal ou a área de Broca (relacionada com a linguagem). No caso de Ben, suspeita-se que a região responsável pelo idioma materno (Broca) foi mais atingida no acidente do que a ligada ao mandarim.

Como a Alice no país das maravilhas?
Não, você não leu errado! Há uma síndrome que faz referência a uma das obras literárias mais famosas da história. Quem sofre com esse transtorno acredita que os objetos e as pessoas ao redor estão grandes ou pequenos demais – assim como Alice na história infantil.

Também conhecido como macropsia, que é quando tudo está maior, ou micropsia, momento em que todas as coisas estão menores, o distúrbio não é óptico. Na verdade, há uma combinação de fatores que dão origem ao quadro. Pesquisadores acreditam que exista uma relação com alterações no lobo parietal, responsável pela interpretação de certas informações do ambiente. A causa dessas ainda é desconhecida, mas algumas hipóteses são remédios, estresse e epilepsia.

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Texto: Vitor Manfio/Colaborador – Edição: Victor Santos

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