Conheça histórias reais de exorcismo. Tá com medo?

Conheça aqui histórias reais de possessão e exorcismo que desafiam a crença de muita gente. Você tem coragem de ler?

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Foto: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 27/09/2016 às 16:26
Atualizado às 18:34

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Corpos distorcidos, gritos, palavras profanas, atividades paranormais e até assassinatos. Estes são alguns dos acontecimentos que fazem parte de casos reais de possessões famosos no Brasil e no mundo.

Anna Ecklund (Estados Unidos)

Reconhecido e sancionado pelo Vaticano, este é um dos casos de possessão mais documentados do século 20. Os fatos aconteceram na cidade de Earling, entre 1908 e 1928. A vítima foi uma garota chamada Anna Ecklund. Criada em um ambiente católico, os problemas de Anna começaram após visitar uma tia que era considerada uma bruxa. Na época com 14 anos, a garota passou a apresentar um comportamento promíscuo e, em poucos meses, mostrava os sinais de possessão, como aversão a objetos religiosos e falar em línguas desconhecidas. Em 1912, o padre alemão Theophilus Riesinger realizou um primeiro exorcismo, expulsando o mal com sucesso. No entanto, a tia e o pai de Anna (que não vivia com ela), também simpatizante do demônio, lançaram uma nova maldição sobre a garota. Em 1928, Anna foi internada em um convento, e depois de 33 dias e três rituais completos de exorcismo, enfim, se viu livre detodos os demônios.

Pedras no telhado (Brasil)

Em 2014, uma família que vivia na zona rural de uma pequena cidade no Rio Grande do Sul viveu momentos aterrorizantes dentro da própria casa. Fenômenos incomuns, como socos nas paredes, objetos se movendo sozinhos e pedras que caíam no telhado e dentro da casa, mesmo com as portas e janelas fechadas, passaram a acontecer rotineiramente. Na residência, morava um casal com três filhos. A princípio, os moradores acreditaram tratar-se de alguma travessura de crianças e chegaram a chamar policiais, que nada constataram no local. Ao mesmo tempo, uma das filhas do casal começou a apresentar um comportamento estranho, chegando a ser jogada do telhado para dentro da casa, além de se contorcer e mudar o tom de voz. Vizinhos prestaram ajuda, levando-os para outros locais, porém, os acontecimentos continuavam a acontecer. A casa foi demolida e a família, acolhida em outro local, na região urbana. Um médium foi chamado para tentar afastar algum espírito que estivesse incomodando a família. Na presença da garota perturbada, ele teria conversado com um espírito que disse querer a vida dela ou a propriedade de volta. Algumas semanas após a demolição, a garota não apresentou mais a paranormalidade, e os fenômenos estranhos não aconteceram na casa para que se mudaram. Os nomes dos moradores e a cidade foram omitidos para preservar a identidade da família.

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Foto: Shutterstock Images

Exorcismo papal (Vaticano)

No ano de 2000, uma garota de 19 anos, que tem a identidade mantida sob sigilo até hoje, foi levada à presença do então papa João Paulo II, no Vaticano. Suspeitava-se que ela estava possuída e, um dia antes, a jovem havia sido exorcizada pelo padre Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma. Porém, o ritual não havia tido sucesso. O papa conduziu-a até uma sala e proferiu uma série de orações. A garota teria ficado possessa e o demônio encarou João Paulo, dizendo: “Nem mesmo o cabeça da Igreja pode me mandar embora”. Amorth tornou a exorcizá-la, mas não se sabe o que aconteceu com ela depois disso. A ação do sumo pontífice não pode ser considerada um
exorcismo, já que não seguiu o ritual oficial da Igreja Católica. Ainda assim, esse teria sido o terceiro procedimento do tipo realizado por João Paulo II. O primeiro teria ocorrido em 1978 e o segundo em 1982, mas pouco se sabe sobre os exorcismos do papa que se tornou santo em 2014.

Clara Germana Cele (África do Sul)

Em 1906, a jovem orfã Clara Germana Cele vivia em um orfanato católico e era estudante de uma missão cristã na cidade de Natal. Clara procurou o padre Hörner Erasmus para lhe contar que havia feito um pacto com o demônio (por motivos que não ficaram claros). Dias depois, começou a apresentar sintomas de possessão, como falar em línguas que não havia aprendido, mostrar conhecimento sobre a vida particular de pessoas que jamais vira, sentir aversão por artefatos religiosos e dar gritos assustadores que pareciam o de um bando de animais selvagens. A jovem de 16 anos ainda apresentava uma força descomunal, chegando a agarrar as religiosas que tomavam conta do lugar e jogá-las para longe. O padre Erasmus e o diretor espiritual do orfanato foram incumbidos de fazer o exorcismo na garota, que chegou a tentar estrangular um deles. Centenas de testemunhas viram Clara levitar enquanto os padres faziam o ritual. Foram necessários dois dias de exorcismos quase ininterruptos para enfim expulsar os espíritos malignos de seu corpo.

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Texto: Natália Negretti