Menopausa: 5 técnicas para ter mais prazer na hora do sexo

Sabia que é possível chegar ao prazer nesse período? Veja só as dicas que Alto Astral separou!

É possível ter prazer na hora do sexo mesmo na menopausa, sabia?
É possível ter prazer na hora do sexo mesmo na menopausa, sabia? - Shutterstock

por Julia Natulini
Publicado em 23/12/2021 às 20:00
Atualizado às 20:00

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Quando o assunto é menopausa, logo vêm à cabeça as transformações que a mulher enfrenta nesse período. E o fator sexual é um dos mais afetados, sem contar o calor, noites mal dormidas, irritabilidade, dores de cabeça e alteração de humor. Maior quantidade de fios brancos aparecem, o peso aumenta, e claro, a autoestima da mulher é impactada a partir do momento em que ela sente as mudanças no organismo e também na hora H.

Porém, como vem provando a personagem Rebeca da novela "Um Lugar ao Sol", a menopausa não precisa ser o fim da linha para nenhuma mulher. É possível continuar se sentindo sensual, desejada e ter uma vida sexual ativa e prazerosa. Inclusive, há diversas alternativas para amenizar as consequências das alterações hormonais no sexo. Interessou? Para te ajudar, Alto Astral conversou com a ginecologista Lilian Fiorelli.

Lubrificação: com a queda hormonal, a vagina tende a ficar mais ressecada, o que pode provocar dor durante a relação sexual. Lubrificantes à base de água reduzem o atrito e ainda facilitam a criatividade na hora da masturbação.

Hidratantes vaginais: os produtos vêm na forma de gel ou creme, contêm ativos hidratantes e até ácido hialurônico, substância natural com boa aderência à mucosa vaginal, facilitando a retenção do líquido nos tecidos, melhorando a hidratação e aliviando os sintomas de ressecamento. E o melhor: têm efeito prolongado. Devem ser usados, em média, duas ou três vezes por semana para combater o ressecamento decorrente da menopausa.

Técnicas de laser: o laser vaginal ou laser íntimo está indicado para mulheres que sentem ressecamento vaginal, diminuição ou ausência de lubrificação e é recomendado por muitos ginecologistas como uma alternativa aos tratamentos medicamentosos de reposição hormonal.

Exercícios para assoalho pélvico: combatem sintomas como flacidez e incontinência urinária e promovem o autoconhecimento corporal, o que afeta positivamente o sexo. Podem ser feitos sob o acompanhamento de uma fisioterapeuta pélvica, mas é possível também se dedicar à prática do pompoarismo em casa.

Masturbação: se masturbe para saber quais regiões o seu corpo têm mais sensibilidade. Use vibradores e repare no ritimo e intensidade dos movimentos que prefere. A masturbação, aliás, também ajuda na lubrificação e no empoderamento.

Acompanhamento psicológico: para ter um sexo prazeroso a mulher precisa estar com a saúde mental em dia. Só assim consegue relaxar, reduzir a ansiedade e se concentrar no momento. Não hesite em pedir ajuda caso sinta a necessidade.

Fonte: Lilian Fiorelli, ginecologista especialista em sexualidade feminina e uroginecologia pela Universidade de São Paulo (USP).

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