Consiga auxílio com as preces espíritas

As preces espíritas ajudam você a se manter fortemente conectado com o Senhor. Deixe que ele o(a) auxilie sempre! Leia mais.

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por Redação Alto Astral
Publicado em 19/08/2016 às 13:26
Atualizado às 11:46

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Quando dita de coração puro, embasada no mais fraterno louvor e clamor à força maior do universo, a oração ganha proporções gigantescas. Em qualquer lugar, a qualquer hora, podemos fechar os olhos e rezar. Não importa se estamos sozinhos ou em um grupo, deitados ou de pé, na casa espírita, ou caminhando solitariamente pela cidade. O fator relevante para ser ouvido e atendido por Deus é usar a sinceridade em nossas palavras e ações. Reze com fé estas preces espíritas e eleve seus pensamentos ao Senhor.

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Mulher com os braços abertos aos céus

FOTO: Shutterstock.com

Confia sempre

“Não percas a tua fé entre as sombras do mundo. Crê e trabalha. Esforça-te no bem e espera com paciência.Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permanecerá. De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmo, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha. Luta e serve. Aprende e adianta-te. Brilha a alvorada além da noite. Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte… Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia.”
(Oração ditada por Meimei, psicografia de Francisco Cândido Xavier)

Pai-Nosso

“Pai-Nosso, que estás nos céus, na luz dos sóis infinitos, Pai de todos os aflitos deste mundo de escarcéus. Santificado, Senhor, seja o teu nome sublime, que em todo o universo exprime concórdia, ternura e amor. Venha ao nosso coração o teu reino de bondade, de paz e de claridade na estrada redenção. Cumpra-se o teu mandamento que não vacila e nem erra, nos céus, como em toda a Terra de luta e de sofrimento. Evita-nos todo o mal, dá-nos o pão no caminho, feito na luz, no carinho do pão espiritual. Perdoa-nos, meu Senhor, os débitos tenebrosos, de passados escabrosos, de iniquidade e de dor. Auxilia-nos também, nos sentimentos cristãos, a amar aos nossos irmãos que vivem longe do bem. Com a proteção de Jesus, livra a nossa alma do erro, sobre o mundo de desterro, distante da vossa luz. Que a nossa ideal igreja, seja o altar da caridade, onde se faça a vontade do vosso amor… Assim seja.”
(Oração ditada pelo Monsenhor José Silvério Horta, psicografia de Francisco Cândido Xavier, da obra Parnaso de Além-Túmulo – FEB Editora)

mulher de olhos fechados e uma borboleta

FOTO: Shutterstock.com

Prece especial

“Senhor, sei que nos deste a todos um encargo ou missão. Nada promoves sem objetivo, nada fazes em vão. À estrela conferiste a bênção de aguentar-se e refulgir sem véu, tal qual sucede ao sol – que nos conduz pelas vias do céu. Atribuíste à Terra a função de compor e recompor a forma em que o trabalho nos confere a ciência do amor. Colocaste no mar a investidura imensa de externar-te o poder e à fonte o privilégio de ensinar-nos a humildade por norma e o perdão por dever. Comissionaste as árvores amigas, em que a lição do bem se exprime e se condensa, para a tarefa de guardar-te a vida e auxiliar sem recompensa. Doaste à flor o dom de perfumar e puseste na estrada o dom de conduzir, deste música às aves, deste ao vento. O doce ministério de servir, tudo te filtra a glória soberana, tudo te exalta a Lei, em razão disso, eu própria reconheço que quase nada sou e quase nada sei. Mas se posso pedir-te alguma coisa, converte- me, Senhor, a própria imperfeição num canal pequenino que te mostre a força da bondade e a luz da compaixão.”
(Oração ditada pelo Espírito Maria Dolores, psicografia de Francisco Cândido Xavier, da obra Coração e Vida – Ideal Editora)

Livrar-se de um vício

“Senhor Jesus, irmão de todos os dias e de todas as horas. Necessito de ti, amigo dos pobres e estropiados do caminho. Tu disseste, Senhor: ‘Não convides os teus parentes e amigos e, sim, os pobres e estropiados para a tua mesa, e estes somos nós, os viciados, os dependentes de qualquer vício, pois maltrapilhos estamos, tendo as veste marcadas pelas dependências que acumulamos em nós’. Hoje, Jesus, prostrados aos teus pés, imploramos perdão a Deus, se não soubemos usar o nosso livre-arbítrio e prisioneiros ficamos das trevas. Mas, tu, que és luz e desceste aos infernos, conhecendo os umbrais, sabendo que o ranger de dentes são os remorsos das nossas consciências culpadas, possuis a bondade para transformar as nossas consciências em esperança de te servir. Ampara, Senhor, os doentes do corpo e da alma, que ainda não te enxergam. Perdoa-os, eles não sabem o que fazem porque estão a destruir muitas vidas – não só a deles, como muito pensam, mas a vida em todo o planeta, que necessita de todos para sobreviver na paz e no amor. Senhor, como Madalena, a quem perdoaste os pecados, oferecendo-lhe a mão, espero eu, uma alma também pecadora, receber a tua e, apoiando-me nela com força, segurar outras mãos que desesperadamente se debatem nas picadas e nos baseados da vida. Ajuda-nos, Senhor, pelo amor de Deus. Nós precisamos de remédio e de amor, não de críticas e de pancadas. Ampara, Senhor, os homens, para que eles compreendam que os doentes precisam de médico e os pobres e estropiados necessitam banquetear-se nas mesas nas quais o pão do Evangelho se faz presente, não lhes negando o direito de salvação – o pão da vida eterna. Assim seja!”
(Oração ditada pelo Espírito Luiz Sérgio, psicografia de Irene Pacheco Machado, da obra Rios de Oração, Editora Recanto)

Edição: Júlia Martins/Colaboradora | Design: Aline Barudi

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