ESTILO DE VIDA

Suor excessivo: saiba o que é e quais os tratamentos para hiperidrose

O suor é uma reação normal do organismo, mas, quando em excesso, torna-se um problema. Saiba mais sobre a hiperidrose, doença que causa sudorese excessiva.

None
Foto iStock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 25/08/2016 às 16:35
Atualizado às 20:59

COMPARTILHEShare to WhatsappShare to FacebookShare to LinkedinShare to TwitterShare to Pinteres

O suor exerce um importante papel no organismo, pois é responsável por controlar a temperatura corporal. Sua produção é controlada pelo sistema nervoso autônomo simpático – por isso, muitas vezes se transpira mais quando se está nervoso, a transpiração tem ligação psicológica. Porém, quando a sudorese é mais que o normal passa a ser um incômodo. A sudorese excessiva é uma doença e tem nome: hiperidrose. A seguir, saiba mais sobre o problema.

mulher suando em baixo do braço

Foto iStock.com

Qualquer um pode ter

A hiperidrose tem como característica o suor excessivo e sem controle, decorrente de uma hiperatividade do sistema responsável pela transpiração. “A hiperidrose não apresenta risco, mas é extremamente desconfortável, podendo causar embaraço social e, muitas vezes, transtornos psicológicos e de relacionamentos”, explica o cirurgião plástico Alexandre Barbosa. Em casos intensos, pode ocorrer até mesmo gotejamento e a pele ficar úmida constantemente. Ocorre, geralmente, em axilas, mãos e pés. Apesar de diversos desodorantes antitranspirantes no mercado, nos casos de hiperidrose, eles não surtem efeito.

Saiba mais:

Como a ansiedade se reflete no corpo humano

O que acontece com quem não bebe água adequadamente?

Como funcionam as emoções?

Tratamento

Atualmente existem dois tipos principais de tratamento:

  • Toxina botulínica: bloqueia a liberação da acetilcolina, um neurotransmissor, nas membranas pré-sinápticas. O método não é invasivo e as aplicações são feitas em uma única sessão, porém, o método não é efetivo e exige reaplicação a cada seis meses.
  • Simpatectomia: é uma cirurgia que destrói parte da cadeia simpática localizada na região do tórax. “A cirurgia é considerada invasiva, principalmente por ser uma cirurgia considerada grande e que acontece muito perto do pulmão e coluna, regiões delicadas do corpo”, destaca o cirurgião Wandemberg Barbosa.

Consultoria Alexandre Barbosa, cirurgião plástico; Wandemberg Barbosa, cirurgião