Paralimpíadas: Histórias de superação e a não exibição da abertura

As Paralimpíadas Rio 2016 já começaram, com algumas polêmicas, várias conquistas e relatos. Separamos algumas histórias dos atletas, veja:

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FOTO: Reprodução

por Redação Alto Astral
Publicado em 08/09/2016 às 17:19
Atualizado às 18:24

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As Paralimpíadas começaram nessa quarta (07.09) e a Internet está envolta em polêmica e comovida ao mesmo tempo.

Muitos internautas se irritaram pelo fato de emissoras de TV aberta não terem exibido a Cerimônia de Abertura dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016 e pela não exibição das competições das modalidades. De fato, o assunto está mobilizando as pessoas a comentarem mais sobre os jogos na Internet como nunca antes.

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FOTO: Reprodução

Mas não apenas de polêmicas que vivem os jogos, a história da nadadora Susana Schnarndorf, ex-triatleta e pentacampeã brasileira da modalidade, está emocionando o público dos jogos. Susana convive com a Atrofia de Múltiplos Sistemas (MSA) há 12 anos, uma doença degenerativa que limita, gradualmente, movimento, respiração e outras funções do organismo. Quando os primeiros sinais da doença apareceram, em 2005, Susana tinha 37 anos, era pentacampeã brasileira de triatlo e havia acabado de dar à luz a terceira filha.

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O fato de já ser atleta fez com que ela se assustasse ao ver o corpo, de repente, falhar. Depois de diagnósticos que foram de tumor no cérebro a mal de Parkinson, passando pela síndrome do pânico, ela descobriu a MSA. O próximo passo, foi o mais difícil: a decisão de separar-se dos filhos, que foram morar com o pai.

O descobrimento da doença motivou a atleta a entrar para a natação paraolímpica que, hoje, usa como arma para retardar o avanço da doença.

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FOTO: Reprodução

Logo na primeira competição, Susana bateu três recordes brasileiros. No ano seguinte, estava nos Jogos Parapan-americanos. Em pouco tempo, começou a sonhar em disputar uma Paralimpíada em casa, diante dos filhos e da família.

Ela treina quase seis horas por dia, seis dias por semana, para enfrentar as mudanças inevitáveis no próprio corpo conforme a doença avança.

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FOTO: Reprodução/Marcelo Regua

Mas deixa claro que não vai parar no Rio e esse é o espirito (para)olímpico do qual devemos nos orgulhar.

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