Papa Francisco: conheça sua história e trajetória de vida

Conheça a história de vida do argentino Jorge Mario Bergoglio, da infância aos estudos, antes de se tornar o Papa Francisco

None
FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 05/11/2016 às 14:32
Atualizado às 18:44

COMPARTILHEShare to WhatsappShare to FacebookShare to LinkedinShare to TwitterShare to Pinteres

Em 13 de abril de 2013, era Papa Francisco quem dava passos tímidos em direção à varanda da Basílica de São Pedro diante de uma praça tomada por fiéis eufóricos, que não se deixavam esfriar pela chuva fina que caía naquela noite. Mas, poucas horas antes, o sucessor de Bento XVI atendia apenas por Jorge Mario Bergoglio, um homem de poucas palavras, conhecido pela sua humildade e bastante respeitado pela comunidade cristã pela sua trajetória na Igreja Católica.

Papa Francisco: conheça sua história e trajetória de vida

FOTO: Shutterstock Images

Trajetória de vida do Papa Francisco

Em 1929, a família Bergoglio deixou a Itália e partiu para a Argentina, onde se instalaram no bairro Flores, em Buenos Aires, no qual os parentes de Papa Francisco permanecem até hoje. Foi ali onde o ferroviário José Mario Francisco Bergoglio construiu sua vida ao lado da dona de casa Regina María Sivori. Com ela, teve cinco filhos: Alberto Horacio, Oscar Adrián, Maria Elena, Marta Regina e Jorge Mario, o mais velho, que anos depois viria a se tornar o líder máximo da Igreja Católica.

Na infância, as atividades de Jorge resumiam-se ao colégio e à Igreja Nossa Senhora da Misericórdia, a poucos passos de sua residência. Em casa, tinha papel fundamental nas tarefas domésticas, principalmente após o parto de seu irmão caçula, que deixou sua mãe paralítica. Cabia ao mais velho dos filhos os afazeres do dia a dia, inclusive cozinhar. No tempo livre, escapava para a praça das redondezas, onde rolava bola com outros meninos de sua idade – a paixão pelo esporte persiste até hoje.

Ainda garoto, chamou para si a responsabilidade de ajudar com as contas da casa e, aos 13 anos, já tinha seu primeiro emprego como faxineiro em uma fábrica de meias. Mas, mesmo com as obrigações, a educação rígida dada pelo pai não o deixava negligenciar os estudos. Aos 19 anos, formou-se técnico em química na escola secundária industrial Hipólito Yrigoyen, e não parou por aí. Sua entrada na Igreja foi só mais um impulso para aprimorar sua formação. Ainda estudou filosofia no Colégio Máximo San José, onde, posteriormente, tornou-se reitor. O aprimoramento continuou até no exterior, passando por Chile, Espanha e Alemanha, país em que concluiu o seu doutorado.

LEIA TAMBÉM

Texto: Natália Ortega – Edição: Victor Santos