ENTRETENIMENTO

Cadáveres roubados em nome da ciência

No século XIX, o roubo de cadáveres se tornou uma prática comum, pois ladrões de corpos viram a oportunidade de ganhar dinheiro vendendo-os às universidades

None
FOTO: Reprodução/Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 09/08/2016 às 18:49
Atualizado às 18:00

COMPARTILHEShare to WhatsappShare to FacebookShare to LinkedinShare to TwitterShare to Pinteres

Teve gente que viu a falta de corpos para serem estudados nas universidades europeias e o aumento no número de alunos de medicina como uma oportunidade de negócio. E tudo pelo bem da ciência e do estudo da anatomia humana! Na Inglaterra do século XIX, ladrões de cadáveres guarneciam as universidades locais regularmente com o “produto” – já que, sem técnicas para conservá-lo, ele durava bem pouco.

Cemiterio, lapide, RIP, caveiro, corvo

FOTO: Reprodução/Shutterstock Images

Classe trabalhadora

As gangues eram tão organizadas que enviavam espiões aos enterros, descobriam os cadáveres mais frescos, tinham procedimentos de escavação e retirada que não danificavam o presunto e chegavam até a fazer greve pelo baixo preço que estavam recebendo pela mercadoria – exemplo disso foi a London Borough Gang, que em 1816 promoveu uma greve reclamando a pouca remuneração que conseguiam em troca dos defuntos roubados.

SAIBA MAIS

Profissão nojo: conheça os 3 empregos mais asquerosos do mundo

As comidas mais bizarras e nojentas do mundo

Texto: Da Redação