Tire três dúvidas sobre pilates e comece a fazer já!

Confira o tira-dúvidas para você começar a praticar já o pilates, método que vai revolucionar seu bem-estar e tonificar seus músculos!

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Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 30/01/2017 às 13:06
Atualizado às 13:16

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Como tudo o que é novo, o Pilates ainda é uma prática rodeada de dúvidas. Embora esteja ganhando cada vez mais adeptos em academias e estúdios em todo o país, pouca gente sabe quais são seus reais benefícios ou as recomendações de cuidado. A seguir, confira as perguntas mais frequentes sobre a atividade que promove bem-estar para o corpo e a mente, com os respectivos esclarecimentos dados por especialistas. Você não vai ter desculpas para ficar fora desta (boa) moda que chegou para ficar.

Mulher, branca, morena, em casa, fazendo exercício, ginástica, pilates

Foto: Shutterstock

Posso trocar a musculação e os exercícios aeróbicos pelo Pilates?

Não. Embora seja um método único, o Pilates cumpre o seu papel, que é promover a saúde integral, interferindo no âmbito físico e mental. “Ele não substitui os exercícios aeróbicos nem a musculação, especialmente quando o objetivo é ganho de massa muscular. São trabalhos diferentes, que se completam de acordo com as metas do praticante”, esclarece a educadora física Suely Tambalo.

Existem contraindicações para a prática?

Não existem contraindicações e sim indicações para cada praticante de acordo com o nível de condicionamento, faixa etária e restrições de movimento ou patologias”, diz. Por isso é tão importante contar com o trabalho de um profissional que seja capaz de adaptar o método Pilates a cada necessidade particular. É bom que crianças abaixo dos 6 anos evitem, pois a estrutura óssea, muscular e de ligamentos ainda está em formação. Pessoas com osteoporose grave e lesões sérias de coluna também devem evitar.

É recomendado para aliviar dores?

Em primeiro lugar, é preciso buscar o diagnóstico médico para a origem da dor. Então, com o planejamento adequado de exercícios do método, é possível, sim, tratar dores. “Uma boa avaliação postural é fundamental para que o professor programe as aulas de acordo com as necessidades do aluno”, recomenda Suely.

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Consultoria: Suely Tambalo, educadora física

Texto: Redação Alto Astral

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