ESTILO DE VIDA

Colesterol: de mãe para filho

Mesmo sendo importante durante a gravidez para as glândulas mamárias, as gestantes precisam ficar atentas aos níveis de colesterol.

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por Redação Alto Astral
Publicado em 29/08/2016 às 20:08
Atualizado às 20:59

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O aumento do colesterol durante a gravidez pode trazer complicações, tanto para a mãe quanto para o bebê. Entretanto, a elevação do nível de colesterol acaba sendo normal, principalmente entre a 16° e a 30° semana de gestação. Isso acontece porque os bebês necessitam dessa gordura extra para o seu desenvolvimento, e as mamães, para a produção do hormônio progesterona, que prepara as glândulas mamárias para a amamentação.

gravidez

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Monitoramento

Independente de ser importante, a gestante precisa ficar atenta e ser acompanhada por um médico e um nutricionista. Segundo pesquisas, em bebês cujas mães apresentam LDL elevado podem se formar estrias de gordura nas artérias que, com o tempo, podem evoluir para a aterosclerose. Nessa fase da vida, é importante redobrar os cuidados com os hábitos de vida, pois o consumo de medicamentos para controlar o colesterol não é recomendado durante a gravidez.

Causas

O aumento do colesterol na infância pode ter origem genética, ou seja, o período da gravidez foi decisivo para o desenvolvimento dos problemas. Mas outros fatores podem ser os causadores, como sobrepeso e sedentarismo. Crianças com pai ou mãe com histórico de problemas cardíacos ou colesterol alto precisam realizar o exame de perfil lipídico desde bem cedo, a partir dos dois anos – é a chamada hipercolesterolemia (ou hiperlipidemia) familiar.

Menino, sozinho, brincando, borrado de recheio

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Magro também tem!

Pais com filhos obesos ou com sobrepeso devem ficar mais atentos às taxas do colesterol, porém crianças magras também podem ter o problema, já que ele pode ter causas genéticas. Portanto, o ideal é consultar um médico independentemente do peso da criança.

criançãs brincando

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Incentive brincadeiras!

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a obesidade infantil já atinge 15% das crianças brasileiras. Para prevenir e combater o problema, os pequenos devem praticar atividade física pelo menos 30 minutos por dia.

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