ENTRETENIMENTO

Como morrer no fim do mundo: asteroide

Assim como aconteceu com os dinossauros, a queda de um asteroide na Terra pode significar o fim da espécie humana no planeta

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O impacto entre de um asteroide com a Terra pode alterar a estrutura do planeta, dependendo das proporções do corpo celeste. FOTO: Reprodução

por Redação Alto Astral
Publicado em 16/12/2016 às 16:04
Atualizado às 16:14

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A Terra já passou por cinco períodos de extinção em massa. A mais famosa delas é a Extinção Cetáceo Paleógeno, que colocou um fim no reinado dos dinossauros em nosso planeta. E pode acabar com o nosso também. Confira nesse segundo post da série sobre as possíveis formas de extinção da espécie humana!

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Assim como aconteceu com os dinossauros, a queda de corpos celestes no planeta pode ser fatal para a espécie humana. FOTO: Reprodução

Asteroide

Da mesma forma que os dinossauros provavelmente foram extintos por um asteroide, a superfície terrestre pode ser atingida novamente por um desses corpos celestes, que em um tamanho significativo poderiam alterar a estrutura do nosso planeta.

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O impacto entre de um asteroide com a Terra pode alterar a estrutura do planeta, dependendo das proporções do corpo celeste. FOTO: Reprodução

Proteção espacial

A NASA e outras agências espaciais fazem um monitoramento intenso do cosmo ao redor do nosso planeta e sabem que ainda existem centenas de corpos celestes com tamanho suficiente para causar um grande impacto em uma eventual colisão. Para se ter uma ideia, um asteroide de até 2km de diâmetro poderia causar a perda de colheitas e degradar o clima global, causando muitas mortes.

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Asteroides com tamanho superior a 2km de diâmetro podem trazer maiores problemas à vida no planeta no caso de uma possível colisão. FOTO: Reprodução

Para que ocorresse uma extinção, seria preciso um corpo celeste de aproximadamente 5km de diâmetro apenas! Estima-se que esse tipo de colisão ocorra uma vez a cada um milhão de anos. No entanto, não há registros de mortes de seres humanos por queda de meteoros nos últimos mil anos. Então, nada de perder a esperança!

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Texto: Da redação