ESTILO DE VIDA

Mágoa de corpo e alma!

A mágoa pode resultar em dores físicas ou emocionais. E para ambas os tratamentos são diferentes. Veja mais sobre o assunto!

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Foto Istock.com/getty images

por Redação Alto Astral
Publicado em 21/10/2016 às 18:52
Atualizado às 20:54

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Tanto faz se a mágoa é física ou emocional, as consequências podem ser devastadoras. Mas, qual das duas permanece mais tempo e tem maior impacto: a dor física ou a dor emocional? Descubra que elas são, na realidade, duas faces de uma mesma moeda.

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Dor física

“Dor é uma experiência multidimensional desagradável, que envolve não só um componente sensorial, mas também um componente emocional, e que se associa a uma lesão do tecido da pele concreta ou potencial, ou é descrita em função dessa lesão”, assim é definida pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP). É um fenômeno subjetivo, pois cada pessoa sente a dor à sua maneira. A dor física ocorre quando existe uma compressão dos tecidos. Assim, “os mecanorreceptores respondem à compressão, enviando um sinal ao sistema nervoso que vai ‘olhar’e tomar uma atitude em relação à mesma”, explica o curador José Carlos Santiago.

mulher acordando

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Quedas, acidentes, cirurgias, problemas emocionais e estresse são alguns dos muitos problemas que podem provocar dor física. Por isso, algumas vezes, apesar de existir dor, os exames médicos nada detectam, vindo a doença a se manifestar anos mais tarde. As dores físicas só existem enquanto as suas causas não são descobertas e eliminadas.

Dor emocional

A dor da alma resulta de problemas vividos pelo indivíduo, em que as emoções vieram à superfície e tiveram um papel forte. Qualquer conflito interno ou externo (em casa, no trabalho, etc.) com o qual a pessoa não consegue lidar, pode provocar dor profunda, que está fora de controle. Está relacionada com o funcionamento da mente e com o nosso ser mais profundo. “O nosso ‘eu’ funciona com base no amor que nos leva a dar a vida pelo outro que está ao nosso lado ou a viver a dor e o sofrimento dela”, acrescenta o curador.

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Para tratar estas “dores” superficialmente, muitas vezes, basta usar uma terapia que reduza o estresse. Assim, a pessoa fica mais capacitada a encontrar as soluções para o problema. No caso de uma situação antiga ou recorrente, é necessário fazer psicoterapia ou outras abordagens mais completas.

Consultoria José Carlos Santiago,  curador