ESTILO DE VIDA

Glicemia, glicose, insulina… Saiba o que esses termos significam!

Falar sobre saúde não é uma missão simples. Então, trouxemos uma lista de palavras comuns no universo do diabetes, como glicemia e glicose.

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Foto iStock e Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 03/01/2017 às 12:47
Atualizado às 16:36

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Falar sobre saúde não é uma missão simples, e os motivos são muitos: o tema é abrangente, os termos muitas vezes são desconhecidos, as doenças podem ser parecidas e confusas… E, mesmo quando definimos um único assunto para debater, é bem provável que também existam dúvidas sobre denominações específicas. Então, pensando em tornar sua leitura mais simples e dinâmica, trouxemos uma lista de palavras bastante comuns no universo do diabetes, como glicemia e glicose. Que tal conferir e acompanhar as próximas linhas com mais facilidade?

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Foto: iStock e Getty Images

Carboidratos

A maioria das pessoas tem consciência de que alimentos como pães e batatas são fontes de carboidratos. Mas, afinal, você sabe o que são essas substâncias? De uma maneiras sucinta, é possível dizer que os carboidratos são um tipo de nutriente responsáveis por fornecer energia ao corpo e até mesmo contribuir para o emagrecimento saudável. E, quando se fala em diabetes, é importante ter em mente que todos os ingredientes que se enquadram nesse grupo são fontes de açúcar. Por isso os diabéticos precisam ter moderação na hora de consumi-los.

Glicose

Sabe aquele bom e velho pãozinho francês que você come no café da manhã? Então, ele é responsável por formar a glicose no seu organismo. Isso acontece porque sempre que algum alimento fonte de carboidratos é consumido, ele é digerido até surgir essa substância. Ainda está confuso? Em outras palavras, a glicose nada mais é do que o açúcar do próprio corpo, destinado às células para a produção de energia. Portanto, vital para a saúde.

Glicemia

Glicemia e glicose são nomes bem parecidos, certo? E isso não é à toa: a glicemia pode ser descrita como a quantidade de glicose encontrada no sangue. Esse resultado está diretamente relacionado à insulina produzida pelo pâncreas e à quantidade de carboidratos ingeridos ao longo do dia. O excesso de glicemia e sua baixa quantidade são doenças conhecidas como hiperglicemia e hipoglicemia, respectivamente.

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Foto: iStock .com/Getty Images

Insulina

A insulina é um hormônio produzido pelas células do pâncreas. Essa substância é responsável pela absorção da glicose circulante na corrente sanguínea pelas células presentes nos músculos e no tecido adiposo. Ao ingerir carboidratos, eles se transformam em glicose para fornecer energia ao corpo. No entanto, quando a insulina não é liberada, o açúcar fica na corrente sanguínea, prejudicando o organismo.

Por isso, os diabéticos necessitam de reposições do hormônio, a fim de evitar futuras consequências. “A insulina injetável é indicada quando há um problema na produção, a ponto de impossibilitar o controle adequado do diabetes. Assim, no tipo 1 sempre será necessária e, no tipo 2, quando as mudanças no estilo de vida e medicações não forem suficientes para controlar a doença”, esclarece o clínico geral Paulo Camiz.

Pâncreas

Com aproximadamente 15cm de extensão, esse órgão faz parte do sistema digestivo e se localiza atrás do estômago e entre o duodeno e o baço. Além de ser responsável por produzir a insulina (hormônio essencial na absorção da glicose), o pâncreas é um órgão produtor de enzimas, proteínas que aumentam a rapidez das transformações químicas.

Consultoria Paulo Camiz, clínico geral

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