As EQM apresentam um novo olhar sobre a vida após a morte. Conheça!

Alucinações ou não, muitas pessoas alegam ter passado por EQM envolvendo acontecimentos misteriosos que a ciência não consegue explicar!

None
FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 28/10/2016 às 06:00
Atualizado às 18:48

COMPARTILHEShare to WhatsappShare to FacebookShare to LinkedinShare to TwitterShare to Pinteres

Mesmo que muitos cientistas aleguem se tratar de alucinações, depoimentos de pessoas que passaram por EQM envolvem acontecimentos e fatos que a ciência não consegue explicar por completo.

Segundo Luciano Gomes, professor de Filosofia na Faculdade Arnaldo, os cientistas compreendem que nem tudo que ocorre no espaço dos fenômenos espirituais pode ser explicado pelos instrumentos científicos.

A ciência continuará sua jornada diante de milhares de fenômenos que o cérebro é capaz de produzir, deixando a humanidade em dúvida: verdade ou alucinação? O que importa é saber que a ciência não pode arrogar para si a estigma de ‘dona da verdade’, mas ter a humildade de reconhecer que nem tudo pode ser explicado”, analisa.

Além de ver luzes no final do túnel e sair do corpo, os pacientes também narram cenas que se passaram logo após a morte clínica ser decretada e o encontro com parentes que ninguém tinha conhecimento de que havia morrido – fatos que o indivíduo não teria como saber.

luz-EQM-vida após a morte

FOTO: Shutterstock Images

Tendo em vista essa incógnita, pesquisadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, promoveram um estudo que se estendeu por quatro anos. Os cientistas monitoraram 2.060 pacientes que sofreram paradas cardíacas em 15 hospitais no país e também nos Estados Unidos e na Áustria – em apenas 330 casos, as pessoas sobreviveram.

Divulgada em 2014 com o título Aware (que significa “consciência durante a ressuscitação”), a análise apontou que 40% dos sobreviventes alegaram possuir alguma consciência no período entre a morte clínica e a recuperação do coração. Entretanto, apenas 2% dos entrevistados responderam que se lembravam de tudo o que aconteceu enquanto estavam “quase mortos”.

luz-EQM-homem

FOTO: Shutterstock Images

Entre eles, um caso especial chamou atenção. Um homem de 57 anos conseguiu descrever o que se passou na sala quando os médicos tentavam reanimá-lo: as pessoas, os procedimentos, os sons e tudo o que estava ao seu redor. E o mais intrigante é que a equipe de profissionais confirmou toda a narração. Ele ficou três minutos desacordado – normalmente, o cérebro pararia de funcionar em 20 ou 30 segundos depois de cessar os batimentos do coração.

LEIA TAMBÉM

Texto: Érika Alfaro  Edição: Nathália Piccoli  Consultoria: Luciano Gomes, professor de Filosofia na Faculdade Arnaldo.