ENTRETENIMENTO

Como morrer no fim do mundo: desastres naturais

O descaso do ser humano quanto ao meio ambiente e aos recursos do planeta está nos levando ao fim do mundo, que poderá ser provocado por desastres naturais

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As ações humanas no planeta têm intesificado a ocorrência e a força de catástrofes naturais como os tsunamis. FOTO: Reprodução/Fouquin Christophe/Glow Images e Latinstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 20/12/2016 às 15:50
Atualizado às 16:29

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O cenário atual da ação humana na Terra, com desmatamento de florestas, utilização dos recursos naturais sem dar tempo para que eles sejam repostos e emissão de substâncias poluentes está causando um desequilíbrio na natureza, que acaba provocando o aquecimento global, derretimento das calotas polares, tsunamis e outros desastres naturais.

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As ações humanas no planeta têm intesificado a ocorrência e a força de catástrofes naturais como os tsunamis. FOTO: Reprodução/Fouquin Christophe/Glow Images e Latinstock

Catástrofe anunciada

Um grupo de cientistas chamado Bulletin of the Atomic Scientists (ou Boletim dos Cientistas Atômicos, em tradução livre) é responsável pelo Doomsday Clock, conhecido como o relógio do fim do mundo. É uma forma didática de mostrar a urgência de modificar o nosso modo de vida para salvar o planeta de uma catástrofe natural.

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Tanto os pesquisadores quanto o próprio planeta vêm nos dando avisos de que devemos mudar nossa postura para evitar desastres naturais cada vez maiores. FOTO: Reprodução

Últimos momentos

No Doomsday Clock, a meia-noite simboliza o apocalipse. Para o ano de 2015, o relógio avisava que faltavam 3 minutos para a meia-noite, com o aviso: “Apesar de alguns modernos avanços positivos na arena das alterações climáticas, os esforços atuais são totalmente insuficientes para evitar um aquecimento catastrófico da Terra”. Em 2016, o relógio continua marcando os mesmos 3 minutos. Porém, ninguém sabe até quando.

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Segundo o Doomsday Clock, temos pouco tempo para agir e tentar evitar o apocalipse. FOTO: Reprodução

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Texto: João Paulo Fernandes