Como usar a internet para auxiliar nos estudos dos filhos?

As educadoras Roberta e Taís Bento são mãe e filha e criaram um canal no YouTube chamado "Socorro, meu filho não estuda" com o intuito em ajudar pais desesperados com crianças que não levam a sério a escola.

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O Youtube pode ser uma ferramenta poderosa para os pais na educação dos filhos. Limites são necessários. (Foto: ShutterStock/Pixabay Images)

por Redação Alto Astral
Publicado em 26/06/2018 às 12:36
Atualizado às 13:54

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As educadoras Roberta e Taís Bento são mãe e filha e criaram um canal no YouTube chamado “Socorro, meu filho não estuda” com o intuito em ajudar pais desesperados com crianças que não levam a sério a escola. Além do canal, elas ainda possuem um site e, recentemente, publicaram um livro com o mesmo título. Com tanta experiência na área, Malu conversou com elas para ajudar você, que sofre com as notas dos seus filhos.

Dinâmica

No canal, elas trazem respostas de dúvidas e outros conteúdos para ajudar pais e mães a melhorarem a relação de seus filhos com os estudos. Mostram também que não há nada de anormal acontecendo na casa das famílias desesperadas, e que várias outras pessoas enfrentam as mesmas dificuldades e desafios em relação ao estudo dos filhos. “Criamos materiais em vídeo que são divertidos, dinâmicos e práticos, para que os resultados possam ser sentidos em curto espaço de tempo”, dizem as educadoras.

Família

Crianças e pais podem encontrar no site, que tem publicação semanal, sugestões de como facilitar a hora da tarefa, como estudar para a prova, aprender a se concentrar nos estudos, entre outros assuntos. “Ofereceremos dicas de como lidar com os pedidos de socorro que mais recebemos, que são: meu filho tem preguiça de estudar, meu filho não consegue se concentrar e meu filho não sai do computador, tablet ou celular. Os pais podem também enviar dúvidas, que serão respondidas no canal”, explicam.

Desenvolvimento

Fundamentadas nos princípios da neurociência cognitiva, as educadoras criaram um método de aprendizagem considerado de fácil assimilação, conseguindo a mudança desejada por parte dos pais em seus filhos. “Assim, as crianças e adolescentes vão conseguindo desenvolver seus potenciais da melhor maneira possível e com o tempo adquirir gosto pelo estudo e conhecimento para o resto de suas vidas”, completam.

Descobertas sobre o funcionamento do cérebro mostram que há uma parte do desenvolvimento cognitivo que não depende da escola, mas da convivência em família e dos processos que ocorrem dentro de casa. “Há tempos a escola sabe a importância da participação constante dos pais na vida do aluno, mas não tem as ferramentas para ajudá-los a descobrirem como dar um suporte significativo aos seus filhos e como eliminar o estresse dessa situação”, diz Roberta. “Na maioria das vezes, alguns hábitos dos pais acabam interferindo de forma negativa nos estudos dos filhos”, complementa Taís.

Consultoria: Denise Dias, terapeuta infantil//Edição: Luis Felipe Silva

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