Sódio: conheça os problemas de consumir esse mineral em excesso!

Consumido sem moderação, o sódio pode se tornar o grande vilão da dieta e da saúde. Saiba mais sobre quais são os níveis ideais para o consumo!

Sal refinado em uma colher
Foto: Shutterstock.com

O sódio é um nutriente fundamental para o bom funcionamento do organismo mas, em excesso, pode causar sérios prejuízos à saúde. Usado para aumentar o prazo de validade dos alimentos industrializados, o sódio está presente no dia a dia dos brasileiros de diferentes maneiras, e engana-se quem pensa que ele é utilizado apenas em produtos salgados, os doces também levam boas quantidades deste conservante. Entenda a porção ideal a ser consumida por dia e como fugir do exagero.

Além do ideal

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 5g de sal (uma colher de chá) – equivalente a 2g de sódio – é a quantidade ideal para o consumo diário para pessoas saudáveis. Segundo pesquisas, o brasileiro consome mais que o dobro do indicado, em média 11,38g de sal. Evitando o exagero, você contribui para a perda de peso, pois se livra da retenção de líquidos. Isso porque, para cada 9g de sal ingeridas, o organismo retém um litro de água.

Sal grosso com medidor de madeira

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Entenda a diferença

O sal de cozinha é o cloreto de sódio, sendo que 1g de sal contém 0,4g de sódio. No caso dos alimentos processados, até mesmo os doces podem conter sal, pois o mineral é usado pela indústria para manter os produtos conservados por mais tempo e ressaltar o seu sabor. As embalagens trazem o valor em sódio, basta multiplicar a quantidade descrita no pacote por 0,00254 e você saberá quanto de sal está consumindo.

Evite o perigo

O grande risco do consumo excessivo de sódio é desenvolver problemas cardiovasculares, como a hipertensão. O mineral faz com que o volume do sangue aumente, sobrecarregando o coração, e ainda leva a um descontrole nas concentrações e excreções de outros minerais no organismo, como potássio e cálcio, contribuindo para o surgimento de doenças, como osteoporose e pedras no rim. Para reduzir o risco, não há segredo: a quantidade do mineral deve ser diminuída no prato e ficar de olho nos rótulos e embalagens.

Texto: Redação Alto Astral | Fonte: Portal do Departamento de Atenção Básica, SUS; Pesquisa de Orçamentos Familiares (2008-2009) e Pesquisa Anual de Serviços (2009), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 

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