Sexting e sexo virtual: saiba mais sobre essas práticas do sexo a distância

Estar longe do par é sempre uma situação difícil, ainda mais para a vida sexual do casal. Conheça mais sobre as práticas de sexo a distância!

Na imagem, a mulher está sorrindo de batom vermelho para o celular enquanto escreve sexo a distância.
Por Camila Ramos - 25/06/2018

(Foto: Reprodução/Pexels)

Namorar com alguém que está muito longe de você não é fácil. Esse tipo de relacionamento causa muita saudade, carência e a vontade de estar juntinho aumenta, não é verdade? Mas a separação dificulta, sobretudo, a vida sexual do casal. Desse modo, com o avanço da tecnologia, ficar “mais perto” estando longe nunca ficou tão fácil, e práticas de sexo a distância surgiram para ajudar os casais que passam por essa situação. Conheça mais sobre o sexting e o sexo virtual!

Perigos do sexo a distância

Quando o assunto é envolver tecnologia no sexo, não há meio seguro. Os hackers e o chamado “revenge porn” estão por aí para tornar a vida dos praticantes um pesadelo. Mandar “nudes” para o par é uma boa ideia para apimentar a relação, mas as fotos podem ser expostas pelo próprio namorado se a relação acabar. Pode acontecer a exposição no caso de furto ou roubo do celular ou até mesmo se o aparelho for invadido por hackers. Essa situação é ainda pior para os adolescentes, que acabam sofrendo bullying na escola ou o ciberbullying, podendo até mesmo levar à depressão ou suicídio.

Conhecer a pessoa apenas virtualmente e optar por fazer sexting e mandar fotos do corpo para o outro pode ser extremamente perigoso, já que as pessoas, na internet, podem fingir ser outro indivíduo. E, mais uma vez, isso tem consequências mais graves quando se trata de adolescentes, já que muitos pedófilos se passam por jovens para conseguir fotos de menores: o que é crime! Se passar por essa situação ou ver que seu filho ou filha está se envolvendo com alguém mais velho, denuncie!

Lembrando também que vazar fotos ou vídeos íntimos de alguém sem permissão pode se enquadrar em invasão de privacidade e o mais indicado é fazer um boletim de ocorrência contra a pessoa.

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Texto: Camila Ramos / colaborador|  Edição: Rafael de Toledo / colaborador