Parto prematuro pode acontecer por má alimentação

Os hábitos alimentares das grávidas devem ser saudáveis, com base em alimentos naturais, pois isso pode evitar o risco de parto prematuro.

None
FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 08/08/2016 às 19:31
Atualizado às 16:48

COMPARTILHEShare to WhatsappShare to FacebookShare to LinkedinShare to TwitterShare to Pinteres

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Adelaide, na Austrália, confirmou que mulheres que consomem, antes de engravidar, batata frita, biscoitos e outros alimentos ricos em gordura saturada são 50% mais propensas a ter bebês nascidos por parto prematuro, enquanto mulheres que comem alimentos naturais como carnes magras, peixes, frutas, legumes e grãos integrais estão mais protegidas.

O nascimento prematuro é a principal causa de doença e morte infantil e é necessário tomar todo cuidado para evitar esse quadro.

Má alimentação aumenta risco de parto prematuro

FOTO: iStock e Getty Images

Parto: cesárea ou normal?

A cesárea ainda é a principal forma de partos no Brasil – ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomende que apenas 15% dos nascimentos, em cada país, sejam feitos com o método.

Quando realizadas, as cesáreas podem reduzir a mortalidade, porém devem ser feitas somente em último caso, uma vez que a cirurgia apresenta riscos imediatos e em longo prazo, até mesmo para futuras gestações. Entretanto, por ter se tornado um procedimento amplamente realizado, é comum que as mulheres tenham pouca autonomia e escolha ante ao nascimento do filho.

SAIBA MAIS:

Exercícios para fazer durante a gravidez

Antidepressivo na gravidez aumenta risco de autismo no bebê

Cabelo e gravidez: tire suas dúvidas!

Outra opção de parto que vem ganhando adeptas é o humanizado. “É preciso desmistificar aspectos relacionados ao parto normal como, por exemplo, as inverdades de que a dor é insuportável, a vagina não volta ao tamanho original, perde-se sensibilidade na hora da relação sexual e que o parto é mais traumático”, conta o ginecologista Domingos Mantelli.

Como a gestante tem maior autonomia, é possível que seja feito em casa ou no hospital, no chuveiro ou na banheira. Caso o bebê nasça sem problema, ele é entregue imediatamente à mãe e a amamentação é estimulada na primeira hora de vida do recém-nascido.

Consultoria: Domingos Mantelli, ginecologista

Texto: Marisa Sei/Colaboradora

ASSINE NOSSA NEWSLETTER

Ao assinar nossa newsletter, você concorda com os termos de uso do site.