5 doenças que você pode ter na região íntima!

Mulher inteligente tem que cuidar da saúde! Visite o ginecologista regularmente e previna-se de doenças na região íntima!

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FOTO: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 26/10/2016 às 08:00
Atualizado às 16:02

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A saúde íntima não pode ser deixada de lado, mesmo com tantos afazeres que as mulheres acumulam em seu dia a dia.  “A consulta periódica com o médico ginecologista, por exemplo, deverá ser realizada uma vez por ano, pois auxilia no rastreamento e prevenção de doenças”, alerta a ginecologista Thais Almeida, coordenadora da Ginecologia Oncológica do Hospital Bandeirantes. Veja 5 doenças que você precisa ficar de olho!

mulher em consulta médica

FOTO: Shutterstock

Previna-se de doenças na região íntima!

A prevenção de doenças da região íntima começa com a realização de exames, orientações sobre anticoncepcional, terapia de reposição hormonal, controle de peso; e de doenças sexualmente transmissíveis. Os exames indicados pela ginecologista para prevenção são: colpocitologia oncótica, que poderá diagnosticar as lesões pré cancerígenas e o câncer do colo de útero; mamografia, para rastrear câncer de mama; exames laboratoriais e Densitometria óssea (diagnóstico de osteopenia ou osteoporose).

Doenças da região íntima

1. Câncer do colo do útero

É uma das anomalias que mais atinge o sexo feminino. É um tumor que acomete a porção inferior do útero, chamado de o colo ou cérvix. O Câncer é ocasionado pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) e a mulher contrai o vírus principalmente na relação sexual. O câncer aparece por meio de lesões com destruição ou formação de tumor, que tem como extensão direta a vagina e órgãos ao redor do colo. As jovens são as mais afetadas e as chances de cura são altas quando diagnosticado em estágios iniciais.

2. Câncer de endométrio

Comum em mulheres com mais de 60 anos, o câncer do endométrio é detectado por um sangramento vaginal na pós menopausa. A doença não tem um sintoma específico, mas caso a paciente apresente sangramento vaginal entre as menstruações ou pós menopausa associado a dor pélvica ou durante a relação sexual, deverá procurar um especialista. O diagnóstico é feito a partir do exame pélvico, ultrassom vaginal e biópsia do endométrio por histeroscopia ou curetagem uterina.

3. Câncer de ovário

De acordo com a ginecologista é um dos mais difíceis de ser diagnosticado na fase inicial da doença pois os sintomas são leves ou inexistente. Os tumores do ovário, em sua maioria, se manifestam em estágio avançado, porém sua evolução é lenta. Os sintomas da paciente podem estar associados à presença de massa pélvica com ou sem formação de líquido (ascite), dor abdominal difusa além do desconforto digestivo. Vale lembrar que o exame de Papanicolau não detecta o câncer de ovário.

4. Câncer de vulva

Uma neoplasia que acomete os pequenos e/ou grandes lábios, clitóris e períneo. A influência desta anomalia está presente com predomínio na faixa etária entre 50 e 80 anos. O tumor pode ser observado pelo inchaço, a vermelhidão e uma espécie de ferida. É comum sentir muita coceira, dor ao urinar, queimação e sangramento local. Algumas pacientes sentem vergonha e, por isso, não procuram por um especialista, mas vale lembrar que o tratamento inicial é, preferencialmente, cirúrgico.

4. Câncer de vagina

O diagnóstico da doença é realizado pela biópsia do local suspeito e exclusão de outros tumores metastáticos para vagina. O ginecologista raspa o tecido da superfície no interior da vagina para realizar uma biópsia. Em alguns casos, é possível observar a ferida a olho nu. O diagnóstico pode variar, porém a indicação mais comum para o tratamento é feito por meio da radioterapia.

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