O poder do oitavo mandamento: Não levantar falso testemunho

Seja para o bem ou para o mal, o que sai da nossa boca tem poder. No oitavo mandamento, Deus nos ensina a fugir de uma vida cercada por mentiras.

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Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 18/01/2017 às 13:19
Atualizado às 11:53

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Os dez mandamentos são as leis de Deus ao povo para o caminho de uma vida liberta da escravidão do pecado. Tendo como mandamentos o amor a Deus e também ao próximo, o decálogo é uma poderosa forte de proteção e aproximação ao Nosso Senhor. No oitavo mandamento, nos é ensinado a falar sempre a verdade acima de tudo!

Placa oitavo mandamento

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O poder do oitavo mandamento

PASSAGEM BÍBLICA

“*16 Não apresente testemunho falso contra o seu próximo.” (Êxodo 20: 16)

REFLEXÃO

Seja para o bem ou para o mal, o que sai da nossa boca tem poder. Mas, não devemos nos esquecer de que tudo o que proferimos está primeiro em nosso coração. Assim, devemos nos abrir para Deus, para que a sua benevolência transforme o nosso coração em um solo fértil e generoso, onde reina apenas o amor. Quem conhece o amor do Pai e permite que Ele preencha o seu ser, não deixa espaço para que o veneno das línguas maliciosas infecte seu coração.

ORAÇÃO SOBRE O MANDAMENTO

Em oração, reforçamos a nossa vontade de viver na misericórdia de Deus e abrimos o nosso coração para a sua bondade. Não tenha vergonha de revelar-se frágil e pecador. Reze com fé para afastar da sua língua e do seu coração a maldade do mundo.

“Meu Deus, tu és para mim toda a ternura; peço-te por teu filho bem-amado, conceda que eu me deixe tomar pela misericórdia e que aprecie as tuas inspirações. Que me compadeça dos angustiados, que socorra os necessitados, que traga alívio aos infelizes, que ofereça asilo aos desabrigados, que console os aflitos, que encoraje os oprimidos, que dê alegria aos pobres, que seja o apoio dos que choram, que perdoe a dívida do meu devedor e a ofensa de quem me tiver ofendido, que ame os que me odeiam, que sempre pague o mal com o bem, que não despreze ninguém, que ao contrário, honre todos os homens, que procure não me aproximar dos maus, que pratique todas as virtudes e que evite todos os vícios. Dai-me, Senhor, a paciência na adversidade e a moderação quando tudo vai bem. Que eu saiba dominar a língua e vigiar, se for preciso, a minha boca. Enfim, meu Deus, permita que eu despreze as coisas deste mundo e tenha sede dos bens celestes.”

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Edição: Rafael Barbosa/Colaborador | Design: Gabriel Andrade/Colaborador

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