O poder do décimo mandamento: Não cobiçar as coisas alheias

Com sua bondade, o Pai nos mostra que o importante é o ser e não o ter. Confira o poder da palavra de Deus no décimo mandamento!

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Foto: iStock

por Redação Alto Astral
Publicado em 20/01/2017 às 11:51
Atualizado às 11:53

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Os dez mandamentos são as leis de Deus ao povo para o caminho de uma vida liberta da escravidão do pecado. Tendo como mandamentos o amor a Deus e também ao próximo, o decálogo é uma poderosa fonte de proteção e aproximação ao Nosso Senhor. No décimo mandamento e também o ultimo, o Pai ensina a não desejar as coisas dos outros, sejam elas materiais ou pessoais.

Placa décimo mandamento

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O poder do décimo mandamento

PASSAGEM BÍBLICA

17 Não cobice a casa do seu próximo, nem a mulher do próximo, nem o escravo, nem a escrava, nem o boi, nem o jumento, nem coisa alguma que pertença ao seu próximo.” (Êxodo 20: 17)

REFLEXÃO

Deus nos convida a refletir sobre a vida. Com sua bondade, o Pai nos mostra que o importante é o ser e não o ter. Ao aprender e respeitar esse ensinamento divino, aprendemos também a não cobiçar as coisas alheias, pois passamos a respeitar uns aos outros pelo o que todos nós somos: filhos amados do mesmo Pai bendito. Quem ama o Senhor, vive a sua verdade e a verdade de Deus é clara, ‘ame ao seu próximo como a si mesmo’ (Marcos 12: 31). Você se ama por quem é e deve amar seus irmãos pelo mesmo motivo. No coração onde vive e reina o amor do Senhor, não existe espaço para a cobiça, pois os bens materiais dos vizinhos não ludibriam os olhos dos justos.

ORAÇÃO SOBRE O MANDAMENTO

O Pai não ignora as misérias dos homens, em sua bondade, Ele busca fazer de nós seres melhores. Por não nos abandonar na escuridão dos nossos defeitos, Ele é único capaz de nos fortalecer. Se em Deus somos forte, a sua santidade deve ser exaltada. Reze ao Senhor, nosso Deus, para bendizê-lo e, assim, afaste do seu coração o pecado da inveja.

“Bendito sejais, Senhor, por todas as graças: que eu nunca esqueça nenhum dos vossos benefícios. Pelos inumeráveis atos de perdão aplicados a todas as minhas fraquezas, e pelos perigos de que me salvastes. Vós curais as chagas de todos os nossos sofrimentos, vós nos fazeis sentir necessidade de renovação. Vós defendeis, Senhor, o pobre indefeso e carregais sobre os vossos ombros o seu jugo pesado. Os vossos olhos não se desviam das nossas misérias. Foram as vossas mãos que nos modelaram com este barro, Senhor; sois grande, ninguém está acima de vós, e viveis tão perto de nós! Quem somos nós, Senhor? Vede como são breves os nossos dias, pó agitado pelo vento e flor que à noite seca. Mas vós falastes e comunicastes o vosso mistério, e já nos revelastes todo o vosso amor divino. Que o universo inteiro proclame os vossos louvores e anuncie em coro toda a vossa bondade. Amém.”

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Edição: Rafael Barbosa/Colaborador | Design: Deicimar Machado

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