Medo da morte? Veja porque não há motivos para temer essa viagem!

Muitas são as dúvidas a respeito da morte: o que acontece? Para onde vamos? Separamos 20 perguntas para você entender melhor esse processo, confira!

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Foto: iStock

por Redação Alto Astral
Publicado em 23/01/2017 às 11:08
Atualizado às 11:51

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É normal as pessoas terem dúvidas a respeito da morte, não é mesmo? Muitos temem esse acontecimento, principalmente por estar relacionado ao inesperado e ao desconhecido. Por isso, nós reunimos 20 perguntas e respostas sobre a morte para mostrar que não há motivos para temer essa viagem, confira a seguir!

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20 perguntas e respostas sobre a morte:

1 – Qual é a causa da morte?

Uma pessoa pode vir a falecer pelos mais variados motivos — uma doença grave, um acidente, um trauma — no entanto, todos eles levam ao esgotamento total dos órgãos.

2 – O que acontece com o corpo físico após a morte?

A matéria sem atividade se decompõe e passa a fazer parte de novas combinações, que vão formar novos seres. Esses seres passam a tirar da fonte universal o princípio da vida e da atividade. Eles o absorvem e assimilam para, novamente, devolvê-lo à fonte quando deixarem de existir.

3 – Esse princípio da vida é a mesma coisa que alma?

Não. A alma é o espírito encarnado. Depois da morte do corpo físico, ela volta a ser espírito, preservando sua individualidade.

4 – Como é possível a alma manter sua individualidade sem um corpo físico?

Mesmo sem a matéria, ela ainda tem um fluido tomado da atmosfera de seu planeta que lhe é próprio e representa a aparência de sua última encarnação, o chamado perispírito.

5 – Então é isso que a alma leva consigo deste mundo?

Além dessa representação, ela leva todos os anseios, desejos, virtudes e vícios que alimentou em vida. Isso pode ser uma sensação boa ou ruim, dependendo da maneira com que o indivíduo encarou a própria vida. Quanto mais pura tiver sido a visão dele, mais compreensão a alma terá da futilidade do que deixa na Terra.

6 – Há provas dessa individualidade?

Sem ela, os espíritos teriam apenas as qualidades do conjunto e não poderiam ser distinguidos uns dos outros. Eles não teriam inteligência nem qualidades próprias, e isso resultaria em comunicações espirituais idênticas. Ao contrário disso, os espíritos se manifestam por meio de detalhes pessoais comprovados relativos à sua vida terrestre. Quando se tornam visíveis em suas aparições, também provam que carregaram consigo a aparência da última encarnação.

7 – Como acontece a separação da alma e do corpo?

Durante a vida, o espírito se prende ao corpo por um cordão fluídico idêntico ao umbilical. A morte quebra esse cordão de modo gradual e variável. Para alguns indivíduos, isso é tão rápido que pode ser visto como uma libertação. Mas, para outros, aqueles mais materialistas, chega a durar dias, semanas e até meses, mesmo que já não haja no corpo a menor vitalidade nem a possibilidade de um retorno à vida.

8 – Existe algum tipo de dor nesse desprendimento?

Quanto mais o espírito se identifica com a matéria, mais sofre ao se separar dela. Estudos feitos com indivíduos observados no momento da morte provam que, dependendo do grau desse apego, o espírito pode sentir até a decomposição do corpo. Mas esse caso é excepcional e particular para certos gêneros de vida e de morte. Verifica-se entre alguns suicidas.

9 – Essa separação pode ocorrer ainda em vida?

Não. Se o espírito, que é a centelha da vida, sai, o corpo para. O que alimenta a vida orgânica é a presença da ligação fluídica com o espírito.

10 – A alma, ao deixar o corpo, tem consciência de si mesma?

Isso depende da elevação do espírito. Aquele que já está depurado reconhece sua nova situação quase imediatamente, porque já se libertou da matéria durante a vida do corpo. Já o indivíduo carnal, cuja consciência não é pura, conserva durante muito mais tempo as sensações da matéria, ficando num estado de perturbação.

11 – Como se pode descrever esse estado de perturbação?

No momento da morte, tudo é inicialmente confuso e a alma precisa de algum tempo para se reconhecer. Ela fica tão atordoada quanto uma pessoa que desperta de um profundo sono e procura se dar conta da situação. Mas isso varia de acordo com o caráter dos indivíduos e, principalmente, com o gênero de morte. Nas mortes violentas, por suicídio, suplício, acidente, lesão cerebral profunda, ferimentos, etc., o espírito fica surpreso, espantado e pode até não acreditar que está morto.

12 – E quanto tempo dura?

É bastante variável, podendo ser de algumas horas, muitos meses e até anos.

13 – A alma consegue entrever o mundo em que vai entrar?

Muitas vezes ela sente desfazerem-se os laços que a prendem ao corpo, então, faz todo o esforço para rompê-los completamente. Já em parte desprendida da matéria, vê o futuro desdobrar-se à sua frente e desfruta, por antecipação, do estado de espírito. Mas isso só acontece com espíritos mais elevados.

14 – Qual a sensação da alma quando reconhece esse novo mundo?

Isso depende. Se o indivíduo viveu com a intenção de fazer o mal (e o fez), num primeiro momento, vai se envergonhar disso. Agora, para quem foi justo, é bem diferente. Como não teme nenhum olhar indagador, sente o alívio de um grande peso que lhe foi tirado.

15 – Nesse novo mundo, o espírito reencontra conhecidos que desencarnaram antes dele?

Sim. Dependendo da afeição existente, muitas vezes, eles vêm recebê-lo e o ajudam a se desprender da matéria. Com isso, o espírito não só reencontra pessoas queridas como também aquelas com as quais havia perdido contato em vida, podendo, inclusive, visitar as que ainda estão encarnadas.

16 – Os espíritos são sensíveis à saudade de quem fica na Terra?

Muito mais do que se pode supor. No entanto, se essa saudade traz lembranças felizes a quem ficou, deixam o espírito contente. Se são tristes, as deixam infeliz.

17 – O Dia de Finados tem algo de solene para os espíritos?

Eles atendem ao chamado do pensamento tanto nesse dia quanto em qualquer outro. A visita ao túmulo, por exemplo, é uma maneira de mostrar que se pensa no espírito ausente, mas é a prece feita de coração que santifica a lembrança.

18 – O espírito assiste ao enterro de seu corpo?

Muito frequentemente, mas, algumas vezes, se ele ainda estiver perturbado, não se dá conta do que está se passando. Quando o espírito já atingiu um certo grau de perfeição, ele não se envaidece com homenagens nem costuma se chatear com o descaso ou com seus despojos mortais.

19 – O que são as experiências de quase-morte?

São breves momentos em que o corpo físico é dado como morto e o espírito se desprende parcialmente para vivenciar algo em outro planos. Geralmente, estas experiências costumam ocorrer em pessoas que foram “trazidas de volta” através de socorro médico rápido e preciso.

20 – O que elas contam sobre a experiência que tiveram?

Os relatos costumam nunca ser idênticos, mas têm pontos em comum como ouvir os médicos darem o diagnóstico de morte e um zumbido desconfortável, visualizar o próprio corpo de outro plano e ter a sensação de desdobramento e movimento. A visão de um túnel escuro ou de pontos de luz também costuma aparecer em muitos depoimentos, no entanto, o conjunto dessas experiências é dado como agradável e, geralmente, o espírito não sente necessidade de voltar para a matéria, a não ser que a tentativa de ressuscitamento seja bem-sucedida. Desta forma, as pessoas relatam a sensação de serem sugados de volta.

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Edição: Thomás Garcia/Colaborador | Design: Gabriel Andrade/Colaborador

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