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Inteligência humana e animal: a diferença no campo da espiritualidade

O Livro dos Espíritos e o artigo da Revista Espírita esclarecem a diferença entre a inteligência humana e a dos animais. Entenda!

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FOTO: Reprodução/Pixabay

por Redação Alto Astral
Publicado em 30/09/2016 às 13:13
Atualizado às 11:50

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As religiões também entendem que os animais possuem espiritualidade. Dessa forma, surgem algumas dúvidas que podemos esclarecer baseados em livros e organizações espíritas. Por exemplo, você sabe qual a diferença entre a inteligência humana e dos animais?

A questão 592 de O Livro dos Espíritos responde a essa pergunta: “Sobre esses assuntos, os vossos filósofos não estão muito de acordo. Uns querem que o homem seja um animal, e outros que o animal seja um homem. Estão todos errados. O homem é um ser à parte, que desce, às vezes, muito baixo ou que pode elevar-se muito alto. No físico, o homem é como os animais e menos bem provido que muitos dentre eles; a natureza lhes deu tudo aquilo que o homem é obrigado a inventar com a sua inteligência para prover às suas necessidades e à sua conservação”.

O livro ainda conclui que “seu corpo se destrói como o dos animais, isto é certo, mas o seu espírito tem um destino que só ele pode compreender, porque só ele é completamente livre. Pobres homens, que vos rebaixais mais do que os brutos! Não sabeis distinguir-vos deles? Reconhecei o homem pelo pensamento de Deus”.

cachorros deitados inteligencia humana e animal espiritualidade

FOTO: Reprodução/Pixabay

Podemos complementar a explicação com o trecho seguinte, publicado na Revista Espírita, de julho de 1860: “Além disso, a harmonia magnífica do corpo humano não existe no animal. Observai a infinita variedade que os distingue uns dos outros, variedade que, no entanto, não corresponde ao seu espírito, porque os animais – e entendo sua imensa maioria – têm, quase todos, o mesmo grau de inteligência”.

O artigo finaliza o raciocínio diferenciando, mais uma vez, a inteligência humana e animal: “Assim, no animal, variedade de forma; no homem, ao contrário, variedade de espírito. Tomai dois homens que tenham gostos, aptidões e inteligência semelhantes; e tomai um cão, um cavalo, um gato, numa palavra, mil animais e dificilmente notareis diferença em sua inteligência. O espírito dorme no animal; no homem brilha em todos os sentidos. Seu espírito adivinha Deus e compreende a razão de ser da perfeição”.

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Texto: Redação / Edição: Érika Alfaro