O que a História diz a respeito da ressurreição de Cristo?

Os relatos sobre a ressurreição de Cristo impactaram a humanidade. Mas como os estudiosos repercutem o episódio religioso sob o ponto de vista histórico?

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Ilustração de três cruzes com o céu escuro. Jesus está na do meio

por Redação Alto Astral
Publicado em 23/09/2016 às 11:34
Atualizado às 18:32

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Os relatos sobre Jesus ressuscitado impactaram a humanidade. Mas, mesmo assim, a ressurreição de Cristo é contestada historicamente. Não à toa, céticos e fiéis protagonizam constantes debates acerca do tema. Sendo assim, descubra quais são os argumentos de cada ponto de vista:

Ilustração de três cruzes com o céu escuro. Jesus está na do meioFOTO: Istock.com/ Getty Images

Céticos

De um lado, os incrédulos rejeitam o caráter espiritual da questão com várias brechas deixadas pelo episódio. Os argumentos começam com as diferenças entre os evangelhos: já que há divergências entre eles, justifica-se que pode ter ocorrido invenção na confecção dos mesmos.

Segundo pesquisadores, os relatos mais detalhados da ressurreição são fontes secundárias e não se baseiam em registros históricos. Entre as teses mais defendidas, destaca-se a possibilidade do roubo do corpo por parte dos discípulos. Há quem alegue também que a ressurreição não é exclusividade do Cristianismo, sendo que outros deuses e figuras espirituais também teriam tido experiências de vida após a morte.

Fiéis

Por sua vez, os cristãos utilizam a premissa de que, se comprovado por provas científicas, o evento perderia suas qualidades milagrosas. No entanto, algumas evidências são ressaltadas para justificar a crença. Se a ressurreição de Cristo fosse uma invenção – e os apóstolos tivessem realmente roubado o corpo – por que eles continuariam a defender a farsa dadas as circunstâncias?

Vale lembrar que, nos primeiros anos após a suposta ascensão de Jesus, os cristãos foram perseguidos, aprisionados e torturados até a morte. A conversão de importantes céticos da época, como Tiago e Paulo de Tarso, também é usada como argumento.

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