Meditação: 5 respostas sobre o tema para tirar de vez suas dúvidas

Apesar de ganhar cada vez mais adeptos, a prática da meditação ainda gera dúvidas. Convidamos dois especialistas para responder 5 questões. Confira!

mulher meditando na cama
Foto iStock.com/Getty Images

Apesar de ganhar cada vez mais adeptos, a prática da meditação ainda gera dúvidas. Então, para sanar as principais questões que rondam o tema, convidamos dois especialistas da área: Roberto Debski é psicólogo e orientador de grupos de meditação, e Antônio Prates é administrador de grupos online sobre o tema. Confira!

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1 – Só existe uma forma de meditação?

Não. Existem inúmeras: religiosas e para a saúde; passivas e ativas; silenciosas ou com mantras, de olhos abertos ou fechados. As escolas de meditação desenvolveram métodos diferentes e cada um tem sua utilização e benefícios”, afirma Roberto.

2 – O que são os mantras?

“São sons que falamos durante a prática. Eles servem para aumentar a atenção e o foco na prática, como âncoras, e favorecem uma meditação com menos distrações. Para algumas tradições religiosas os mantras são capazes de trazer benefícios espirituais”, ensina Roberto.

3 – É uma prática religiosa?

Não. A meditação é uma prática milenar científica de auto-observação. Ela pode ser utilizada em qualquer meio, tanto nos meios acadêmicos, quanto nos metafísicos. Mas ela não depende de crenças”, afirma Antônio.

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4 – Meditar aumenta a imunidade?

Sim. Trabalhos científicos demonstraram que meditar regularmente aumenta a capacidade imunológica de nosso organismo, melhorando o combate a infecções e células tumorais”, diz o profissional.

5 – Além de problemas psíquicos, meditar pode beneficiar quem sofre com outras doenças, como, por exemplo, o câncer?

Sim. Sozinha não cura o câncer, que é uma doença complexa e necessita de uma abordagem multidisciplinar e multiprofissional. A meditação aumenta a capacidade imunológica de nosso organismo e diversos trabalhos já mostraram que pode ser um auxiliar ou complemento no tratamento de diversas doenças, inclusive o câncer”, esclarece Roberto.